Arquivos de sites

Ordenando Lista de Objetos em Java

Pessoal, andei apanhando um pouco no trabalho, e achei essa solução, para ordenar um ArrayList,
segue abaixo o que salvou minha vida ahuahuahuaha :

Quem nunca na sua vida de programador, seja iniciando pela linguagem de programação C ou direto pelo Java, não enfrentou alguns problemas com Segmentation fault e NullPointException ao trabalhar-se com vetores, principalmente por se acessar índices que não existiam. Na linguagem de programação C não existe muita escapatória para esses casos, além de implementar toda a lógica para a manipulação desses vetores. Um dos exercícios clássicos em C é o de ordenar um vetor em ordem crescente ou decrescente, utilizando-se de alguma lógica com fors e ifs.

Ao iniciar o estudo em Java, também aprendemos a utilizar primeiramente os vetores e enfrentamos os mesmos problemas que no C, até fazemos os mesmos exercícios já feitos em C sobre vetores. Mas ai pensamos, Java sendo uma linguagem de mais alto nivel que o C, será que não existe uma solução mais elegante? A resposta vem da Collections Framework, que é uma API robusta criada pela Sun que possui diversas classes que representam estruturas de dados avançadas, como ArrayList e LinkedList, e funções úteis para se trabalhar com vetores.

O objetivo desse artigo não é dar toda explicação de como utilizar a sintaxe da API Collections, sendo os dois primeiros parágrafos uma breve introdução sobre o assunto, mas sim de como ordenar uma lista de objetos em Java sem ter que implementar nenhuma lógica mirabolante. Uma lista de objetos em Java pode ser facilmente ordenada utilizando o método sort da API Collections. Como exemplo iremos criar uma lista de strings e adicionar algumas palavras nela, depois iremos imprimir essa lista para ver sua ordem. Depois executaremos o método sort para ordenar a lista e imprimiremos novamente a lista para comparar o resultado.

List<String> lista = new ArrayList<String>();
lista.add("fogo");
 lista.add("agua");
 lista.add("vento");
 lista.add("terra");
for(String i : lista){
 System.out.println(i);
 }
Collections.sort(lista);
 System.out.println("Ordenando a lista:");
for(String i : lista){
 System.out.println(i);
 }

Resultado:

fogo
agua
vento
terra
Ordenando a lista:
agua
fogo
terra
vento

Como pode ser visto acima, a lista foi reordenada em ordem crescente. Mas como o método sort sabia como organizar a lista? Ele precisa utilizar um método int compareTo(Object) para poder ordenar a lista, que retorna zero, se o objeto comparado for igual a este objeto, um número negativo, se este objeto for menor que objeto dado, e um número positivo, se este objeto for maior que o objeto dado. Este método está definido na interface Comparable, que deve ser implementado pela classe que será ordenado em uma lista. Não é necessariamente obrigatório que a classe implemente a interface Comparable, ao chamar o método sort pode também ser passado como parâmetro além da lista que será ordenada um método que fará a ordenação.

Entendemos como à ordenação é feita, mais ainda assim não implementamos a interface Comparable e nenhuma logica para a ordenação. Como a lista pode ser ordenada com o método sort? A resposta é que a classe string já implementa a interface Comparable que ordena em ordem alfabética seus elementos. Outras classes em Java que implementam essa interface são: BigDecimal, BigInteger, Byte, ByteBuffer, Character, CharBuffer, Charset, CollationKey, Date, Double, DoubleBuffer, File, Float, FloatBuffer, IntBuffer, Integer, Long, LongBuffer, ObjectStreamField, Short, ShortBuffer e URI que podem ser ordenadas simplesmente utilizando-se o método sort.

Agora chegamos ao caso se quisermos ordenar uma lista de objetos de uma classe que nós mesmos criamos. Para isso a nossa classe deve implementar a interface Comparable. Utilizaremos como exemplo a classe abaixo chamada carro, que contém apenas dois atributos, cilindrada e cor, e um construtor que recebe esses atributos.

public class Carro {
private String cor;
 private int cilindrada;
public Carro(String cor, int cilindrada) {
 super();
 this.cor = cor;
 this.cilindrada = cilindrada;
 }
public String getCor() {
 return cor;
 }
public void setCor(String cor) {
 this.cor = cor;
 }
public int getCilindrada() {
 return cilindrada;
 }
public void setCilindrada(int cilindrada) {
 this.cilindrada = cilindrada;
 }
 }

Realizaremos agora as modificações necessárias na nossa classe carro para que possamos ordenar uma lista da nossa classe utilizando o método sort. Primeiramente a nossa classe deve implementar a intarface Comparable e consequentemente implementar o método sort, lembrando que este método retorna zero se o objeto é igual, um numero negativo se for menor e um numero positivo se for maior. Iremos também decidir como queremos a ordenação da nossa lista de carros seja feita, a ordenação será feita em ordem decrescente de cilindrada, e em caso de ter igual será ordenado em ordem alfabética de cor. A classe finalizada por ser vista abaixo.

public class Carro implements Comparable {
private String cor;
 private int cilindrada;
public Carro(String cor, int cilindrada) {
 super();
 this.cor = cor;
 this.cilindrada = cilindrada;
 }
public String getCor() {
 return cor;
 }
public void setCor(String cor) {
 this.cor = cor;
 }
public int getCilindrada() {
 return cilindrada;
 }
public void setCilindrada(int cilindrada) {
 this.cilindrada = cilindrada;
 }
public int compareTo(Carro carro) {
 if(this.cilindrada > carro.cilindrada){
 return -1;
 }
 else if(this.cilindrada < carro.cilindrada){
 return 1;
 }
 return this.getCor().compareToIgnoreCase(carro.getCor());
 }
 }

Para mostrar que a ordenação realmente funcionou, iremos fazer um teste, onde criaremos uma lista de carros, adicionaremos alguns carros há lista, alguns com mesma cilindradas e cores diferentes. Depois iremos imprimir essa lista de carros, executar o método sort e exibir de novo a lista para ver se a ordenação realmente ocorreu.

List carros = new ArrayList();
carros.add(new Carro("Azul",500));
 carros.add(new Carro("Verde",300));
 carros.add(new Carro("Laranja",700));
 carros.add(new Carro("Marrom",300));
 carros.add(new Carro("Amarelo",700));
for(Carro c : carros){
 System.out.println("Carro de cor "+c.getCor()+" e "+c.getCilindrada()+" cilindradas.");
 }
Collections.sort(carros);
 System.out.println("Ordenando a lista:");
for(Carro c : carros){
 System.out.println("Carro de cor "+c.getCor()+" e "+c.getCilindrada()+" cilindradas.");
 }

Resultado:

Carro de cor Azul e 500 cilindradas.
 Carro de cor Verde e 300 cilindradas.
 Carro de cor Laranja e 700 cilindradas.
 Carro de cor Marrom e 300 cilindradas.
 Carro de cor Amarelo e 700 cilindradas.
 Ordenando a lista:
 Carro de cor Amarelo e 700 cilindradas.
 Carro de cor Laranja e 700 cilindradas.
 Carro de cor Azul e 500 cilindradas.
 Carro de cor Marrom e 300 cilindradas.
 Carro de cor Verde e 300 cilindradas.

Como esperado a ordenação funcionou corretamente. Era isso que este artigo proponha a se tratar, pode ser algo simples para algumas pessoas, mas para quem não conhece pode ser de grande ajuda, facilitando muito o seu trabalho.

Fonte: blog.sippulse.com – Jonas Diogo

jQuery – Primeiros passos; Hello, world!

Para usar jQuery, você precisa incluí-lo nas páginas onde deseja tirar proveito dele. Você pode fazer isso baixando o jQuery do site dele em www.jquery.com. Lá tem geralmente a escolha entre uma versão de “Produção” (Production) e uma versão de “Desenvolvimento” (Development).

A versão de “Produção” é para o seu site real na web, por que ela foi reduzida e comprimida para ocupar o mínimo de espaço, o que é importante para os seus visitantes, do qual o navegador terá que baixar o arquivo do jQuery juntamente com o resto do seu website. Para teste e desenvolvimento, a versão “Desenvolvimento” é melhor. Ela não foi reduzida ou comprimida, então quando você encontrar um erro, você pode na verdade ver onde no jQuery isso aconteceu.

Uma vez que o arquivo JavaScript do jQuery foi baixado, você terá que referenciá-lo em suas páginas, usando a tag HTML <script>. O jeito mais fácil é colocar o arquivo do jQuery baixado no mesmo diretório da página onde deseja usá-lo e então referenciá-lo assim, na sessão <head> do seu documento:

<script type="text/javascript" src="jquery-1.5.1.js"></script>

Uma parte da sua página deve agora se parecer com isso:

<head>
<title>jQuery test</title>
<script type="text/javascript" src="jquery-1.5.1.js"></script>
</head>

Uma abordagem mais moderna, ao invés de você mesmo baixar e hospedar o jQuery, é incluí-lo de um CDN – Content Delivery Network (Rede de Fornecimento de Conteúdo). Tanto a Google quanto a Microsoft hospedam várias versões de jQuery e outros frameworks JavaScript. Isso lhe salva de ter que baixar e armazenar o framework jQuery, mas isso tem uma vantagem muito maior: Porque o arquivo vem de uma URL popular que outros websites podem utilizar também, há possibilidades de que quando as pessoas cheguem ao seu website e o navegador delas solicitar o framework jQuery, isso pode já estar no cachê, porque outro website está usando exatamente a mesma versão e arquivo. Além disso, a maioria dos CDN’s terão certeza de que uma vez que o usuário solicitou um arquivo dele, isso será fornecido por um servidor mais perto dele, então seus usuários Europeus não terão que transportar o arquivo por todo o caminho a partir dos Estados Unidos e assim por diante.

Você pode usar o jQuery de um CDN do mesmo jeito como você faria com a versão baixada, apenas a URL que muda. Por exemplo, para incluir o jQuery 1.5.1 a partir do Google, você deveria escrever o seguinte:

<script type="text/javascript" src="https://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.5.1/jquery.min.js"></script>

Eu sugiro que você use essa abordagem, a não ser que você tenha uma razão específica para você mesmo hospedar o jQuery. Aqui vai um link de informação do CDN do jQuery a partir do Google:

http://code.google.com/intl/da/apis/libraries/devguide.html#jquery

Ou se você preferir usar a partir da Microsoft:

http://www.asp.net/ajaxlibrary/cdn.ashx#jQuery_Releases_on_the_CDN_0

Vamos ao Hello, world!

Todo tutorial de programação decente começará com um exemplo “Hello, world!” e este tutorial é também um desses. No capítulo anterior, nó aprendemos como incluir o jQuery na nossa página, de modo que nós podemos começar a usar todos esses grandes recursos. Você precisa conhecer um pouco mais sobre como jQuery trabalha, antes de você começar a escrever seu próprio código, mas apenas para ter certeza que tudo está funcionando, e para você ver como é simples o jQuery, vamos começar com um pequeno exemplo:

<div id="divTest1"></div>
<script type="text/javascript">
$("#divTest1").text("Hello, world!");
</script>

Ok, então temos uma tag div com o id “divTest1”. No código JavaScript nós usamos o atalho $ para acessar o jQuery, então nós selecionamos todos os elementos com um id “divTest1” (há apenas um porém) e setamos seu texto para “Hello, world!”. Você pode não saber o suficiente sobre jQuery para entender porque e como isso funciona, mas como você progredirá através deste tutorial, todos esses elementos serão explicados em detalhes.

Mesmo uma tarefa tão simples como essa deve na verdade necessitar de um bom número extra de keystrokes se você tivesse que fazer isso em JavaScript puro, sem ajuda do jQuery:

<div id="divTest2"></div>
<script type="text/javascript">
document.getElementById("divTest2").innerHTML = "Hello, world!";
</script>

E isso seria ainda maior se nosso elemento HTML não tivesse um ID, por exemplo, apenas uma classe.

Normalmente, entretanto, você espera pelo documento entrar no estado READY (Pronto) antes de você começar manipular seu conteúdo. Os exemplos acima funcionarão na maioria dos navegadores e provavelmente até mesmo funcionará quando você fizer mais coisas avançadas, mas determinadas tarefas podem falhar se você tentar fazê-las antes do documento estar carregado (loaded) e pronto (ready). Felizmente, o jQuery faz isso muito fácil também.

Fonte: jquery-tutorial.net / jquery-tutorial.net

Tutorial Completo de Struts2 (PDF – em Português)

Clique aqui para fazer o download do Tutorial Completo de Struts2 (PDF – em Português)

Se preferir pode acessar o conteúdo diretamente aqui no blog, tudo em português:

É isso ai pessoal… deu um trabalhinho traduzir tudo isso, deve ter alguns errinhos,
pois meu inglês é meia boca… mas espero que tenham gostado e que tenha sido útil 😀

Parte 6 – Tutorial de Upload e Gravação de Arquivos do Struts 2 com Exemplo

Bem vindos a parte 6 de uma série de 7 partes do framework Struts2. Na parte anterior nós passamos pelo básico dos Interceptadores do Struts2. Também criamos um interceptador customizado e o integramos a aplicação Struts2.

É bastante recomendável passar pelos artigos anteriores no caso de você ser novo no framework Struts2.

Hoje vamos ver como fazer um Upload de Arquivos no Struts2. Nós vamos utilizar o interceptador FileUploadInterceptor que vem embutido no Struts2, no nosso exemplo para fazer o upload do arquivo. O interceptador de upload de arquivos do Struts2 é baseado no MultiPartRequestWrapper, o qual é automaticamente aplicado a requisição se ela contém um elemento de arquivo.

Arquivo JAR Necessário

Antes de começar, você precisa ter certeza que o arquivo commons-io.jar está presente no classpath. Segue a lista de arquivos JAR necessários.
struts2-file-upload-jar-files

Primeiros passos

A fim de adicionar a funcionalidade de upload de arquivos, nós vamos adicionar uma classe action FileUploadAction ao nosso projeto. Crie o arquivo FileUploadAction.java no pacote net.viralpatel.struts2
FileUploadAction.java

package net.viralpatel.struts2;

 

import java.io.File;

import javax.servlet.http.HttpServletRequest;

import org.apache.commons.io.FileUtils;

import org.apache.struts2.interceptor.ServletRequestAware;

import com.opensymphony.xwork2.ActionSupport;

 

public class FileUploadAction extends ActionSupport implements

        ServletRequestAware {

    private File userImage;

    private String userImageContentType;

    private String userImageFileName;

 

    private HttpServletRequest servletRequest;

 

    public String execute() {

        try {

            String filePath = servletRequest.getSession().getServletContext().getRealPath(“/”);

            System.out.println("Server path:" + filePath);

            File fileToCreate = new File(filePath, this.userImageFileName);

 

            FileUtils.copyFile(this.userImage, fileToCreate);

        } catch (Exception e) {

            e.printStackTrace();

            addActionError(e.getMessage());

 

            return INPUT;

        }

        return SUCCESS;

    }

 

    public File getUserImage() {

        return userImage;

    }

 

    public void setUserImage(File userImage) {

        this.userImage = userImage;

    }

 

    public String getUserImageContentType() {

        return userImageContentType;

    }

 

    public void setUserImageContentType(String userImageContentType) {

        this.userImageContentType = userImageContentType;

    }

 

    public String getUserImageFileName() {

        return userImageFileName;

    }

 

    public void setUserImageFileName(String userImageFileName) {

        this.userImageFileName = userImageFileName;

    }

 

    @Override

    public void setServletRequest(HttpServletRequest servletRequest) {

        this.servletRequest = servletRequest;

 

    }

}

No arquivo da classe acima, nós declaramos alguns atributos:

  • private File userImage; -> Isso irá armazenar o arquivo carregado
  • private String userImageContentType; -> Essa string conterá o Content Type do arquivo carregado.
  • private String userImageFileName; -> Essa string irá conter o nome do arquivo carregado.

Os campos userImageContentType e userImageFileName são opcionais. Se o método setter desse campos for fornecido, o Struts2 irá setar o dado. Isso é apenas para pegar alguma informação extra do arquivo carregado. Segue também o padrão de nomeação, se você fornecer o tipo do conteúdo e o nome do arquivo. O nome deve ser ContentType e FileName. Por exemplo, se o atributo arquivo (File) na action for private File uploadedFile, o tipo do conteúdo será uploadedFileContentType e o nome do arquivo uploadedFileFileName.

Observe também na classe action acima, nós implementamos a interface org.apache.struts2.interceptor.ServletRequestAware. Isto é para pegar o objeto servletRequest. Nós estamos usando esse path para salvar o arquivo carregado no método execute(). Nós usamos o método FileUtil.copyFile() do pacote commons-io para copiar o arquivo carregado na pasta root. Esse arquivo será recuperado na página JSP e exibido ao usuário.

Os JSPs

Crie dois arquivos JSP na pasta WebContent. UserImage.jsp irá exibir um formulário para o usuário carregar a imagem. Ao submeter, o arquivo será carregado e salvo no servidor. O usuário será enviado ao arquivo SuccessUserImage.jsp aonde terá os detalhes do arquivo serão exibidos. Copie o seguinte código dentro dele.
UserImage.jsp

<%@ page contentType="text/html; charset=UTF-8"%>

<%@ taglib prefix="s" uri="/struts-tags"%>

<html>

<head>

<title>Upload User Image</title>

</head>

 

<body>

<h2>Struts2 File Upload & Save Example</h2>

<s:actionerror />

<s:form action="userImage" method="post" enctype="multipart/form-data">

    <s:file name="userImage" label="User Image" />

    <s:submit value="Upload" align="center" />

</s:form>

</body>

</html>

SuccessUserImage.jsp

<%@ page contentType="text/html; charset=UTF-8"%>

<%@ taglib prefix="s" uri="/struts-tags"%>

<html>

<head>

<title>Success: Upload User Image</title>

</head>

<body>

    <h2>Struts2 File Upload Example</h2>

    User Image: <s:property value="userImage"/>

    <br/>

    Content Type: <s:property value="userImageContentType"/>

    <br/>

    File Name: <s:property value="userImageFileName"/>

    <br/>

    Uploaded Image:

    <br/>

    <img src="<s:property value="userImageFileName"/>"/>

</body>

</html>

Entrada no Struts.xml

Adicione a seguinte entrada da classe FileUploadAction  ao arquivo struts.xml.

<action name="userImage"

    class="net.viralpatel.struts2.FileUploadAction">

    <interceptor-ref name="fileUpload">

        <param name="maximumSize">2097152</param>

        <param name="allowedTypes">

            image/png,image/gif,image/jpeg,image/pjpeg

        </param>

    </interceptor-ref>

    <interceptor-ref name="defaultStack"></interceptor-ref>

    <result name="success">SuccessUserImage.jsp</result>

    <result name="input">UserImage.jsp</result>

</action>

Observe que na entrada acima nós especificamos dois parâmetros ao interceptador fileUpload, maximumSize e allowedTypes. Estes são parâmetros opcionais que nós podemos especificar ao interceptador. O parâmetro maximumSize setará o tamanho máximo do arquivo que poderá ser carregado. Por padrão é 2MB. E o parâmetro allowedTypes especifica os tipos de conteúdos permitidos do arquivo que será carrregado. Aqui nós o especificamos para ser um arquivo de imagem (image/png,image/gif,image/jpeg,image/pjpeg).

O interceptador de carga de arquivo também faz a validação e adiciona erros, essas mensagens de erros são armazenadas dentro do arquivo struts-messsages.properties. Os valores das mensagens podem ser sobrescritos fornecendo texto/valor para as seguintes chaves:

  • struts.messages.error.uploading – erro quando a carga do arquivo falha
  • struts.messages.error.file.too.large – erro ocorrido quando o tamanho do arquivo é grande
  • struts.messages.error.content.type.not.allowed – quando o tipo do conteúdo não é permitido

Isso é tudo pessoal

Compile e execute o projeto no eclipse e vá ao link http://localhost:8080/StrutsHelloWorld/UserImage.jsp

Tela de carga de imagem
struts2-file-upload-example

Tela de carga de imagem no caso de erro
struts2-file-upload-error

Tela de carga de imagem em sucesso
struts2-file-upload-success

Download do código fonte

Clique aqui para fazer o download do código fonte sem os JARs (20KB)

Fonte: viralpatel.net – Viral Patel