Arquivos de sites

JPA/Hibernate Static Metamodel Attributes não populados / nulos — Gerando NullPointerException

E ai galera, beleza?

Hoje tive um problema tentando utilizar os atributos metamodel estáticos do JPA/Hibernate,
sempre quando eu ia utilizá-los, eles estavam nulos… depois de um tempo quebrando a cabeça consegui achar o motivo!

Vamos exemplificar o cenário:

Entidade:

package com.mydomain.model.user;

public class User {

/** Número de identificação */
@Id
private Long id;

/** Nome de autenticação */
private String username;

//getters e setters
}

Metamodel:

package com.mydomain.metamodels;

import javax.persistence.metamodel.SingularAttribute;
import javax.persistence.metamodel.StaticMetamodel;

@StaticMetamodel(User.class)
public class User_ {
public static volatile SingularAttribute<User, String> username;
}

Uso do metamodel no predicado (predicate):


cb.equal(root.get(User_.username), “usuario_teste”);

Toda vez que eu tentava dar get(…) eu estava tomando nullpointerexception,
e a solução que encontrei foi colocar a classe User.class e a User_.class no mesmo pacote…
não sei o real motivo para precisarem estar, porém só assim funcionou pra mim..

Pesquisando descobri também que em futuros releases talvez essas classes possam ficar em pacotes diferentes,
segue algumas regras descritas na especificação do JPA 2:

  • Classes Metamodel devem estar no mesmo pacote das classes de entidade que elas descrevem;
  • Elas devem ter o mesmo nome das classes de entidade que elas descrevem, seguido por um traço-baixo (“_”, underline, underscore…).
    Exemplo: Produto.class é a classe de entidade e o Produto_.class é a classe metamodel.
  • Se uma entidade herdar de outra entidade ou de uma superclasse mapeada (mapped superclass) deve herdar da classe metamodel que descreve sua superclasse.
    Exemplo: Se ProdutoEspecial.class estende Product.class, que estende ObjetoPersistente.class, então ProdutoEspecial_.class deve estender Produto_.class, que deve estender ObjetoPersistente_.class.

É isso ai pessoal espero ter ajudado!
valeu!!!

Fonte: stackoverflow.com – debbie/Vítor E. Silva Souza

Anúncios

Como persistir LocalDate e LocalDateTime do Java 8 com JPA

E ai galera beleza? faz muito tempo que eu não postava nada novo, então bora com “novidade” do java 8 + JPA 😀

O Java 8 trouxe muitas grandes funcionalidades e uma das mais importantes e uma das antecipadas foi a nova API de data e hora. Haviam muitos problemas com a antiga API e não vou entrar em detalhes do porque nós precisamos de uma nova. Tenho certeza que você teve que lutar com ela com frequencia.

Todos esses problemas se foram com Java 8 \o/. A nova API de data e hora é bem desenhada, fácil de usar e (finalmente) imutável. O único problema que permanece é, que você não pode usava com JPA.

Bem, isso não totalmente verdade. Você pode usa-la, porém o JPA irá mapeá-la para BLOB ao invés de DATE ou TIMESTAMP. Que significa que a base de dados não está ciente do objeto de data e não pode aplicar nenhuma otimização para isso. E não é desse jeito que deveríamos ou gostaríamos de fazê-lo.

Porque o JPA não suporta LocalDate e LocalDateTime?

A resposta é simples, o JPA 2.1 foi liberado antes do Java 8 e a API de data e hora simplesmente não existia naquela época. Portanto a anotação @Temporal pode apenas ser aplicada a atributos do tipo java.util.Date e java.util.Calendar.

Se você deseja armazenar um atributo LocalDate em uma coluna Date ou uma LocalDateTime em uma coluna TIMESTAMP, você mesmo precisa definir o mapeamento para java.sql.Date ou java.sql.Timestamp. Graças ao conversor de atributo, uma das diversas novas funcionalidades do JPA 2.1, isso pode ser alcançado com apenas algumas linhas de código.

Nos exemplos abaixo, eu vou mostrar pra vocês como criar um conversor de atributos para LocalDate e LocalDateTime. Se você quer aprender mais sobre conversor de atributo, dê uma olhada aqui (inglês).

O exemplo

Antes de nós criar os conversores de atributo, vamos dar uma olhada na entidade de exemplo para esse post:

@Entity
public class MyEntity {

@Id
@GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
@Column(name = “id”, updatable = false, nullable = false)
private Long id;

@Column
private LocalDate date;

@Column
private LocalDateTime dateTime;

}

O conversor de atributo faz parte da especificação do JPA 2.1 e pode portanto ser usado com qualquer implementação de JPA 2.1, ex.: Hibernate ou EclipseLink. Eu usei Wildfly 8.2 com Hibernate 4.3 para os seguintes exemplos.

Convertendo LocalDate

Como você pode ver no seguinte pedaço de código, não é necessário muita coisa para criar um conversor de atributo para LocalDate.

@Converter(autoApply = true)
public class LocalDateAttributeConverter implements AttributeConverter<LocalDate, Date> {

@Override
public Date convertToDatabaseColumn(LocalDate locDate) {
return (locDate == null ? null : Date.valueOf(locDate));
}

@Override
public LocalDate convertToEntityAttribute(Date sqlDate) {
return (sqlDate == null ? null : sqlDate.toLocalDate());
}
}

Você precisa implementar a interface AttributeConverter<LocalDate, Date> e seus 2 métodos convertToDatabaseColumn e convertToEntityAttribute. Como você pode ver nos nomes dos métodos, um deles define a conversão do tipo do atributo da entidade (LocalDate) para o tipo de coluna da base de dados (Date) e o outro é a conversão inversa. A conversão em si é simples porque java.sql.Date ja nos provê o método para fazer a conversão “de” e “para” um LocalDate.

Adicionalmente o conversor de atributo precisa ser anotado com a anotação @Converter. Devido a propriedade opcional autoApply=true, o conversor será aplicado a todos os atributos do tipo LocalDate. Dê uma olhada aqui (inglês), se você quer definir o uso de cada conversor para cada atributo individualmente.

A conversão do atributo é transparente para o desenvolvedor e o atributo LocalDate pode ser usado como qualquer outro atributo da entidade. Você pode usa-lo como parâmetro de query por exemplo.

LocalDate date = LocalDate.of(2015, 8, 11);
TypedQuery<MyEntity> query = this.em.createQuery(“SELECT e FROM MyEntity e WHERE date BETWEEN :start AND :end”, MyEntity.class);
query.setParameter(“start”, date.minusDays(2));
query.setParameter(“end”, date.plusDays(7));
MyEntity e = query.getSingleResult();

Convertendo LocalDateTime

O conversor de atributo para LocalDateTime é basicamente o mesmo. Você precisa implementar a interface attributeConverter<LocalDateTime, Timestamp> e o conversor precisa ser anotado com a anotação @Converter. Assim como o LocalDateConverter, a conversão entre LocalDateTime e um java.sql.Timestamp é feita através dos métodos de conversão do Timestamp.

@Converter(autoApply = true)
public class LocalDateTimeAttributeConverter implements AttributeConverter<LocalDateTime, Timestamp> {

@Override
public Timestamp convertToDatabaseColumn(LocalDateTime locDateTime) {
return (locDateTime == null ? null : Timestamp.valueOf(locDateTime));
}

@Override
public LocalDateTime convertToEntityAttribute(Timestamp sqlTimestamp) {
return (sqlTimestamp == null ? null : sqlTimestamp.toLocalDate());
}
}

Conclusão

O JPA 2.1 foi liberado antes do Java 8 e portanto não suporta a nova API de data e hora. Se você quer usar as novas classes (do jeito certo), você mesmo precisa definir a conversão para java,sql.Date e java.sql.Timestamp. Isso pode ser feito facilmente implementando a interface AttributeConverter<EntityType, DatabaseType> e anotando a classe com a anotação @Converter(autoApply=true). Setando autoApply=true, a conversão será aplicada a todos os atributos do EntityType e nenhuma alteração na entidade é necessária.

Até onde eu sei, a próxima versão do JPA suportará a nova API de data e hora e as diferentes implementações provavelmente irão suporta-la ainda mais cedo. O Hibernate 5 por exemplo irá suporta-la como uma funcionalidade proprietária.

É isso ai galera, espero tê-los ajudado 😀

Fonte: thoughts-on-java.org – Thorben Janssen

jQuery – O método unbind()

No capítulo anterior, nós usamos o método bind() para inscrever a eventos com jQuery. No entanto, você pode precisar remover essas inscrições novamente por vários motivos, para prevenir o manipulador de eventos seja executado uma vez que o evento ocorra. Nós fazemos isso com o método unbind(), que em sua forma mais simples se parece com isso:

$("a").unbind();

Isso irá remover quaisquer manipuladores de evento que você tenha anexado com a função bind(). Porém, você pode querer remover apenas inscrições de evento de um tipo específico, por exemplo clicks e doubleclicks:

$("a").unbind("click doubleclick");

Simplesmente separe os tipos de evento com espaço. Aqui esta um exemplo mais completo, onde você pode ver isso tudo em ação:

<a href="javascript:void(0);">Test 1</a>
<a href="javascript:void(0);">Test 2</a>
<script type="text/javascript">
var msg = "Hello, world!";
$(function()
{
        $("a").bind("click", function() {
                $("a").unbind("click");
                alert("First and only message from me!");
        });
});
</script>

Neste pequeno exemplo, nós inscrevemos o evento de click a todos os links. Porém uma vez que o link é clicado, nós removemos todas as inscrições e alertamos o clicador sobre isso. O manipulador de evento não será mais ativado pelos links.

jQuery permite você se inscrever ao mesmo tipo de evento mais de uma vez. Isso pode vir a calhar se você quiser o mesmo evento faça mais de uma coisa em diferentes situações. Você faz isso chamando o método bind() para cada vez que você quer anexar um pedaço de código para isso, assim:

<a href="javascript:void(0);">Test 1</a>
<a href="javascript:void(0);">Test 2</a>
<script type="text/javascript">
var msg = "Hello, world!";
$(function()
{
        $("a").bind("click", function() {
                alert("First event handler!");
        });
        
        $("a").bind("click", function() {
                alert("Second event handler!");
                $("a").unbind("click");
        });
});
</script>

Porém, abre-se para a possibilidade de uma vez que você desvincule um evento, você pode estar removendo inscrições de evento usado todo em um outro lugar do seu código, que você ainda precisa. Se você tentar o exemplo, você vai ver o resultado disso – quando você clica em um link, todos as inscrições de evento são removidas. jQuery permite que você especifique um argumento secundário, que contém uma referencia a um manipulador específico que você gostaria de remover. Desse jeito, nós podemos ter certeza que nós apenas removemos a inscrição de evento que nós pretendíamos. Aqui está um exemplo:

<a href="javascript:void(0);">Test 1</a>
<a href="javascript:void(0);">Test 2</a>
<script type="text/javascript">
var msg = "Hello, world!";
$(function()
{
        var handler1 = function() 
        {
                alert("First event handler!");
        }
        
        var handler2 = function() 
        {
                alert("Second event handler!");
                $("a").unbind("click", handler2);
        }
        
        $("a").bind("click", handler1);
        $("a").bind("click", handler2);
});
</script>

Especificando handler2 como parâmetro secundário, apenas esse manipulador de evento específico é removido. Tente o exemplo. A mensagem secundária é apenas mostrada a primeira vez que você clicar no link.

Fonte: jquery-tutorial.net

SQL – Como inserir Date / Timestamp

E ai galera beleza?

Hoje segue um exemplo de como inserir Date / Timestamp no banco de dados…
possibilitando vc adicionar uma data, hora, minuto, segundo ou todos eles em uma
tabela do banco de dados (testado no Oracle XE) !!!

Para isso utilizamos o método/função:

TO_TIMESTAMP()

Segue abaixo alguns exemplos de utilização!!!

Utilizando uma variável:

INSERT INTO sua_tabela(sua_coluna) VALUES (TO_TIMESTAMP(:variavel_string,'YYYY-MM-DD HH24:MI:SS'));

Utilizando uma string de Hora/Minuto:

INSERT INTO sua_tabela(sua_coluna) VALUES (TO_TIMESTAMP('23:59','HH24:MI'));

Utilizando uma string de Data:

INSERT INTO sua_tabela(sua_coluna) VALUES (TO_TIMESTAMP('2014-06-13','YYYY-MM-DD'));

Utilizando a Data atual:

INSERT INTO sua_tabela(sua_coluna) VALUES (CURRENT_TIMESTAMP);

Fonte: Stackoverflow – reggie

BigDecimal – Resolvendo o Erro: java.lang.ArithmeticException: Non-terminating decimal expansion; no exact representable decimal result.

E ai pessoal, beleza?

Me deparei com esse erro ao trabalhar com BigDecimal, e no meu caso,
como eu estou trabalhando com $$$ não é sempre uma boa fazer arredondamentos
no meio dos cálculos… podem resultar em alguns reais de diferença…

Erro no seguinte código:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b);

Para resolver o erro apenas arredondando, faça da seguinte forma:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b, 2, RoundingMode.HALF_UP);

Onde o “2”, é o número de cadas após o ponto… e o RoundingMode é o modo de arredondamento (existem diversos)!

Para resolver o erro SEM arredondar, faça da seguinte forma:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b, MathContext.DECIMAL128);

Você pode escolher o número de bits que você quer entre 32, 64 ou 128…

Bom é isso ai pessoal… abraços!!!

Fonte: StackOverflow – DVK / MindBrain

jQuery – Introdução à eventos (events) – O método bind()

Introdução à eventos (events)

Eventos em JavaScript são geralmente alguma coisa onde você escreve um pedaço de código ou um nome de uma função dentro de um atributo de evento em uma tag HTML. Por exemplo, você pode criar um evento para um link escrevendo um código assim:

<a href="javascript:void(0);" onclick="alert('Hello, world!');">Test</a>

E claro isso ainda é perfeitamente válido quando se usa jQuery. Porém, usando jQuery, você pode vincular código a um evento de um elemento ainda mais fácil, especialmente em casos onde você quer anexar funções anônimas ou usar o mesmo código para múltiplo eventos, ou ainda o mesmo código para múltiplos eventos de múltiplos elementos. Com por exemplo, você pode vincular o mesmo evento para todos os links e tags span no seu documento, com apenas algumas linhas de código assim:

<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("a, span").bind("click", function() {
                alert('Hello, world!');
        });
});
</script>

Nós usamos o método bind, que é essencial quando trabalhamos com eventos e jQuery.

O método bind()

Um dos aspectos mais importante de lidar com eventos através do jQuery são os métodos bind() e unbind(). Como o nome sugere, eles vão simplesmente anexar e desanexar código a um ou vários eventos em um conjunto de elementos. Nós vimos um exemplo de uso muito simples do método bind() na introdução à eventos, e aqui está um mais completo:

<a href="javascript:void(0);">Test 1</a>
<a href="javascript:void(0);">Test 2</a>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("a").bind("click", function() {
                alert($(this).text());
        });
});
</script>

Isso funciona selecionando todos os links (elementos <a>) e então vinculamos a função anônima que você vê ao evento click. Uma pequena característica legal é que o jQuery irá automaticamente atribuir o elemento que é clicado, à palavra-chave “this” dentro da função anônima. Isso irá permitir você acessar o elemento que ativa o elemento, mesmo quando você atribuir o mesmo código para múltiplos elementos.

Quando o jQuery chama seu método, ele irá passar informação sobre o evento como primeiro parâmetro, se você especificou um ou mais parâmetro nele. Por exemplo, o objeto de evento passado irá conter informação sobre onde o cursor do mouse está, qual tipo de evento é, qual tecla do teclado ou botão do mouse foi apertado (se algum) e muito mais.
Você pode ver todas as propriedades e métodos do objeto de evento aqui: http://api.jquery.com/event.which/

Aqui está um exemplo:

<div id="divArea" style="background-color: silver; width: 100px; height: 100px;">
</div>
<script type="text/javascript">
$("#divArea").bind("mousemove", function(event)
{
        $(this).text(event.pageX + "," + event.pageY);
});
</script>

Nós criamos um elemento div de um tamanho razoável e uma cor de fundo. Para essa div, nós vamos subscrever ao evento mousemove, com uma função anônima com um parâmetro chamado “event”. Esse objeto nos dá acesso as propriedades pageX e pageY, que nos diz onde na página o cursor do mouse está atualmente, referente ao canto superior esquerdo do documento. Tente o exemplo e mova o cursor sobre o elemento div e você verá as coordenadas atualizadas conforme você move o mouse.

O método bind() também permite você passar dados por contra própria e acessá-lo pelo objeto de evento. Isso também permite você atribuir valores na hora que você vincular o evento, e estar apto para ler esse valor na hora que esse evento é invocado, apesar de a variável original que você usou pode ter mudado. Aqui está um exemplo onde você pode ver isso:

<a href="javascript:void(0);">Test 1</a>
<a href="javascript:void(0);">Test 2</a>
<script type="text/javascript">
var msg = "Hello, world!";
$(function()
{
        $("a").bind("click", { message : msg }, function(event) {
                msg = "Changed msg";
                alert(event.data.message);
        });
});
</script>

Nós passamos o valor como parâmetro secundário do método bind(), como um mapa do tipo chave-valor. Você pode passar mais de um valor separando eles por vírgulas. Para acessar o valor dentro do event handler, nós usamos a propriedade de dados do objeto evento. Essa propriedade contém sub-propriedades para cada um dos valores que você passou, que significa que você pode acessar o valor do parâmetro “message” usando evento.data.message.

Apesar do fato que nós mudamos o valor da variável “msg” dentro do event handler, a mensagem mostrada será ainda “Hello, world!” toda vez que você clicar em um dos links, porque é avaliada assim que o event handler está vinculado, que é depois que a página foi carregada.

Fonte: jquery-tutorial.net / jquery-tutorial.net

jQuery – Os métodos remove() e empty()

Nos últimos dois capítulos, nós trabalhamos com adicionando novos elementos a uma página, mas claro que o jQuery pode ajudar você a remover eles também. Existem principalmente dois métodos para isso: remove() e empty(). O método remove() irá deletar o(s) elemento(s) selecionado(s), enquanto o método empty() irá apenas deletar todos os elementos filhos do(s) elemento(s) selecionado(s). O seguinte exemplo deve ilustrar a diferença – tenha certeza de clicar os links na ordem certa:

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#divTestArea1').empty();">empty() div</a>   
<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#divTestArea1').remove();">remove() div</a>
<div id="divTestArea1" style="height: 100px; width: 300px; padding: 20px; border: 1px solid silver; background-color: #eee;">
        <b>Bold text</b>
        <i>Italic text</i>
</div>

O primeiro link irá chamar o método empty() na nossa div de teste, removendo todos os elementos filhos. O segundo link irá remover a div inteira, incluindo qualquer elemento filho. Coisa muito simples.

O método remove() vem com um parâmetro opcional, que permite você filtrar os elementos a serem removidos, usando qualquer uma das sintaxes dos seletores do jQuery. Você pode com certeza realizar o mesmo simplesmente fazendo o filtro no seu primeiro selector, mas em algumas situações, você pode estar trabalhando com um conjunto de elementos já selecionados. Veja esse exemplo disso em uso:

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#divTestArea2 b').remove('.more');">remove() more bold</a>
<div id="divTestArea2" style="height: 100px; width: 300px; padding: 20px; border: 1px solid silver; background-color: #eee;">
        <b>Bold text</b><br />
        <b>More bold text</b><br />
        <b>Even more bold text</b><br />
</div>

Nós começamos selecionando todas as tags bold (negrito) dentro da nossa div de teste. Nós então chamamos o método remove() nos elementos selecionados, e passamos no filtro “.more”, que irá certificar-se que nós apenas peguemos elementos que usam a classe “more”. Como resultado, apenas os últimos dois textos em negrito serão removidos.

Você pode com certeza usar ainda seletores mais avançados como filtro também. Dê uma olhada no tópico “Seletores” para mais inspiração.

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Os métodos before() e after()

No capítulo anterior, nós usamos os métodos append() e prepend() para inserir coisas dentro de um elemento, mas em alguns casos, nós precisamos inserir coisas antes ou depois de um ou vários elementos em vez disso. O jQuery tem os métodos befoer() e after() apenas para esse propósito, e eles são tão fáceis de usar. Veja esse exemplo:

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('input.test1').before('<i>Before</i>');">Before</a>   
<a href="javascript:void(0);" onclick="$('input.test1').after('<b>After</b>');">After</a>
<br /><br />
<input type="text" value="Input 1" name="txtInput1" /><br />
<input type="text" value="Input 2" name="txtInput2" /><br />

Dependendo em qual dos dois links você clicou, uma tag itálico ou uma negrito será inserida antes ou depois de cada elemento input na página usando a classe “test1”. Assim como append() e prepend(), ambos after() e before() permitem você usar strings HTML, elementos DOM e objetos jQuery como parâmetros e uma quantidade infinita deles também. Nós vamos demonstrar isso no próximo exemplo:

<a href="javascript:void(0);" onclick="InsertElements();">Insert elements</a>
<br /><br />
<span id="spnTest2">Hello world? </span>
<script type="text/javascript">
function InsertElements()
{
        var element1 = $("<b></b>").text("Hello ");
        var element2 = "<i>there </i>";
        var element3 = document.createElement("u");
        element3.innerHTML = "jQuery!";   
        $("#spnTest2").after(element1, element2, element3);
}
</script>

Neste exemplo, nós criamos um objeto jQuery, uma string HTML e um elemento JavaScript DOM, e então nós usamos o método after() para inserir todos eles depois da nossa tag span. Claro, o método before() poderia ter sido usado exatamente da mesma maneira.

Existem variações dos métodos before() e after(), chamados insertBefore() e inserAfter(). Eles fazem praticamente a mesma coisa, mas eles fazem isso ao contrário, então ao invés de os chamarem nos elementos que devemos inserir dados antes ou depois, com um parâmetro do que é para ser inserido, você faz exatamente o oposto. Qual método usar obviamente depende da situação, mas aqui está um exemplo mostrando a você como usar ambos:

<a href="javascript:void(0);" onclick="InsertElementsBefore();">Insert elemenets</a>
<br /><br />
<span id="spnTest3">Hello world? </span>
<script type="text/javascript">
function InsertElementsBefore()
{       
        $("#spnTest3").before($("<i></i>").text("before() "));
        $("<b></b>").text("insertBefore() ").insertBefore("#spnTest3");
}
</script>

Neste exemplo, nós inserimos os itens antes da tag span, mas você poderia com certeza fazer exatamente a mesma coisa usando after() e insertAfter(), se você deseja inserir depois do elemento alvo. Como você pode ver, o resultado é o mesmo – apenas a ordem do que nós fazermos difere.

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Os métodos append() e prepend()

Adicionar novos objetos a um element existente é muito fácil com jQuery. Aqui estão métodos para anexar ou prefixar, recebendo HTML em formato string, elementos DOM e ojbetos jQuery como parâmetros. No próximo exemplo, você verá como é fácil inserir novos elementos em uma lista, usando ambos os métodos append() e prepend():

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#olTestList1').append('<li>Appended item</li>');">Append</a>   
<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#olTestList1').prepend('<li>Prepended item</li>');">Prepend</a>
<ol id="olTestList1">
        <li>Existing item</li>
        <li>Existing item</li>
</ol>

Nós temos dois links: O primeiro irá anexar um item a lista, significando que o novo item será inserido como último item. O outro link irá prefixar um link a lista, o que significa que o novo item será inserido como o primeiro item da lista. Neste exemplo, nós simplesmente inserimos um pedaço de HTML, mas nós poderíamos  ter gerado os novos itens com jQuery também, ou criado eles através do código JavaScript padrão e elementos DOM. De fato, ambos os métodos append() e prepend() recebem uma quantidade infinita de novos elementos como parâmetros. No próximo exemplo, nós vamos demonstrar isso também como a habilidade para adicionar elementos de várias formas:

<a href="javascript:void(0);" onclick="AppendItemsToList();">Append items</a>   
<ol id="olTestList2"></ol>
<script type="text/javascript">
function AppendItemsToList()
{
        var item1 = $("<li></li>").text("Item 1");
        var item2 = "<li>Item 2</li>";
        var item3 = document.createElement("li");
        item3.innerHTML = "Item 3";
        
        $("#olTestList2").append(item1, item2, item3);
}
</script>

Como você pode ver, o item1 é um elemento gerado por jQuery, o item2 é uma simples string HTML e o item3 é um elemento gerado por JavaScript DOM.Todos eles foram anexado a lista usando a mesma chamada e claro isso deveria funcionar para o método prepend() também.

Existem variações dos métodos append() e prepend(), chamados appendTo() e prependTo(). Eles fazem praticamente a mesma coisa, mas eles fazem isso ao contrário, então em invés de os chamarem nos elementos que você deseja anexar/prefixar, com um parâmetro do que é para ser anexado/prefixado, você faz exatamente o oposto. Qual usar obviamente depende da situação, mas aqui está um exemplo mostrando a você como usar ambos:

<a href="javascript:void(0);" onclick="PrependItemsToList();">Prepend items</a>   
<ol id="olTestList3"></ol>
<script type="text/javascript">
function PrependItemsToList()
{       
        $("#olTestList3").prepend($("<li></li>").text("prepend() item"));
        $("<li></li>").text("prependTo() item").prependTo("#olTestList3");
}
</script>

Neste exemplo, nós prefixamos os itens, mas você poderia com certeza fazer a mesma coisa usando append() e appendTo(). Como você pode ver, o resultado é o mesmo – apenas a ordem do que nós fazemos difere.

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Pegando e atribuindo classes CSS

Assim como é fácil manipular o conteúdo e atributos dos elementos, como nós vimos no capítulo anterior, é igualmente fácil manipular o CSS dos elementos. O jQuery lhe dá acesso fácil para mudança tanto do atributo de estilo, que você manipula usando o método css(), como a(s) classe(s) de um elemento, onde vários métodos diferentes permitem você modificar isso.

Vamos começar olhando a mudança do atributo class (classe). O atributo class recebe um ou vários nomes de classes, que pode ou não referenciar a uma classe CSS definida no seu stylesheet. Geralmente faz, mas você pode de tempos em tempos adicionar nomes de classes aos seus elementos simplesmente para estar apto para alcançar eles facilmente pelo jQuery, já que o jQuery tem um excelente suporte para seleção de elementos baseado nos  nomes da classe.

Eu defini alguns seletores CSS bem simples no meu stylesheet, principalmente para propósitos de teste:

.bold {
        font-weight: bold;
}
.blue {
        color: blue;
}

No seguinte exemplo nós vamos usar três dos métodos mais interessantes relacionados à classe: hasClass(), que checa se um ou vários elementos já tem uma classe específica definida, addClass(), que simplesmente adiciona um nome de classe a um ou vários elementos e o método removeClass(), que  irá… bem, você provavelmente já adivinhou isso.

<a href="javascript:void(0);" onclick="ToggleClass(this);">Toggle class</a>
<script type="text/javascript">
function ToggleClass(sender)
{
        if($(sender).hasClass("bold"))
                $(sender).removeClass("bold");
        else
                $(sender).addClass("bold");
}
</script>

O exemplo é na realidade muito simples. Quando o link é clicado, nós enviamos o próprio link (this) como um parâmetro ao método ToggleClass() que nós temos definido. Nele, nós checamos se o remetente já tem a classe “bold” – se ele tiver nós o removemos, caso contrário nós o adicionamos. Isso é uma coisa muito comum de se fazer, então obviamente o pessoal do jQuery não quer  que nós escrevemos todas essas três linhas de código para isso. É por isso que eles implementaram o método toggleClass(), com o qual nós podemos transformar todo nosso exemplo avima dentro de uma única linha de código:

<a href="javascript:void(0);" onclick="$(this).toggleClass('bold');">Toggle class</a>

Com certeza, nós podemos selecionar multiplos elementos, onde nós podemos adicionar ou remover múltiplas classes, também. Aqui está um exemplo disso:

<div id="divTestArea1">
        <span>Test 1</span><br />
        <div>Test 2</div>
        <b>Test 3</b><br />
</div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestArea1 span, #divTestArea1 b").addClass("blue");
        $("#divTestArea1 div").addClass("bold blue");
});
</script>

Primeiro nós selecionamos as tags span e a b, a qual nós adicionamos uma única classe para: classe blue. Então nós selecionamos a tags div, que nós adicionamos duas classes, separadas por espaço: classe bold e a blue. O método removeClass() funciona apenas do mesmo jeito, permitindo você especificar várias classes para serem removidas, separadas por espaços.

Fonte: jquery-tutorial.net