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JPQL – Como criar query de DELETE com JOIN

E ai galera beleza?
Estou em um novo projeto muito legal, e me deparei com um problema, eu precisava fazer uma query para deletar uns dados no banco, só que pra selecionar exatamente oque eu precisava excluir era necessário utilizar joins, porém ao montar uma query parecida com essa:

delete from Queue q
where q.enabledMember = :enabledMember
and q.letter.eventReason.event.type = :eventType
and q.letter.eventReason.reason = :reason

Tomei o seguinte erro:

The entity abstract schema type declaration is malformed

Pesquisei um pouco na net e achei a seguinte solução, deletar a partir de um subselect, a query ficou assim:

delete from Queue q
where q in (select sq from Queue sq
where sq.enabledMember = :enabledMember
and sq.letter.eventReason.event.type = :eventType
and sq.letter.eventReason.reason = :reason )

Bom, é isso ai galera, espero que tenha ajudado 😀

Abraços!

Fonte: Jake Trent – JakeTrent.com

JBoss solicitando “usuário” e “senha” para “XDB”

E ai galera beleza?
Eu estava fazendo uns testes aqui, instalei o JBoss 7.1.1, configurei, quando fui acessar a porta 8080
me apareceu um popup (acima) solicitando usuário e senha… depois de tentar todas as senhas do mundo,
procurei no titio google a solução, e felizmente encontrei…

O meu OracleXE e o meu Jboss estão rodando na mesma porta, por esse motivo fica pedindo esse usuário e senha,
havendo assim um conflito, que na verdade faz o OracleXE pedir usuário/senha e não o JBoss…

Solução?
Alterar a porta do JBoss:
https://spigandoeaprendendo.wordpress.com/2012/12/18/alterando-as-portas-do-jboss-4-2-e-jboss-7/

ou alterar a porta do OracleXE… 😀

Após fazer isso e tentar acessar pela nova porta, tudo irá funcionar perfeitamente!

Fonte: developer.jboss.org – Weston M. Price

Maven – Resolvendo erro ArtifactDescriptorException

E ai galeraaaa, blz?

Tive que formatar minha máquina… e quando abri meu eclipse me deparei com o erro:

ArtifactDescriptorException

Mesmo tendo todas as bibliotecas no lugar, por algum motivo o maven não as encontrava…

Dei uma pesquisada e achei a seguinte solução:
1 – Clique com o botão direito em cima do projeto
2 – Vá em Maven
3 – Clique em
Update Project
4 – Selecione a opção ‘
Force Update Snapshots/Releases
5 – Clique em ‘
OK.

Se você tiver bastante bibliotecas, demorará um pouco, após o termino do processo,
provavelmente seu projeto ja vai está com as bibliotecas ok…

abraços!

Fonte: Stackoverflow – Saman Abdolmohammad

BigDecimal – Resolvendo o Erro: java.lang.ArithmeticException: Non-terminating decimal expansion; no exact representable decimal result.

E ai pessoal, beleza?

Me deparei com esse erro ao trabalhar com BigDecimal, e no meu caso,
como eu estou trabalhando com $$$ não é sempre uma boa fazer arredondamentos
no meio dos cálculos… podem resultar em alguns reais de diferença…

Erro no seguinte código:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b);

Para resolver o erro apenas arredondando, faça da seguinte forma:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b, 2, RoundingMode.HALF_UP);

Onde o “2”, é o número de cadas após o ponto… e o RoundingMode é o modo de arredondamento (existem diversos)!

Para resolver o erro SEM arredondar, faça da seguinte forma:

BigDecimal a = newBigDecimal("1.6");
BigDecimal b = newBigDecimal("9.2");
a.divide(b, MathContext.DECIMAL128);

Você pode escolher o número de bits que você quer entre 32, 64 ou 128…

Bom é isso ai pessoal… abraços!!!

Fonte: StackOverflow – DVK / MindBrain

Parte 3 – Tutorial do Framework de validação do Struts2 com Exemplo

Seja bem vindo a parte 3 de uma série de 7 partes do tutorial aonde vamos passar por diferentes aspectos práticos do framework Struts2. Na última parte nós criamos uma Aplicação básica de Struts2 do zero. Eu recomendo fortemente que você passe pelos artigos anteriores no caso de você ser novo no Struts2.

Nesse artigo vamos aprender como alavancar o framework de validação do Struts2 em uma aplicação. Para isso utilizaremos a aplicação StrutsHelloWorld a qual nós criamos no artigo anterior como base e começaremos adicionando a lógica de validação a ele.

Introdução ao framework de validação do Struts2

A action do Struts2 depende de um framework de validação fornecido pela XWork para permitir a aplicação de regras de validação de entrada para nossa Action antes delas serem executadas. O framework de validação do Struts2 nos permite separar a lógica de validação do real código Java/JSP, onde isso pode ser revisado e facilmente modificado depois.

O framework de validação do Struts2 alivia muita das dores de cabeça associadas com  manipulação de validação de dado, permitindo você focar no código de validação e não no mecanismo de captura de dados e reexibição de dados incompletos ou inválidos.

O framework de validação vem com um conjunto de retinas úteis para manipular o formulário de validação automaticamente e isso pode tratar o formulário de validação de ambos os lados, servidor (Server Side) ou cliente (Client Side). Se determinada validação não está presente, você pode criar sua própria lógica de validação implementando a interface com.opensymphony.xwork2.Validator e plugá-la dentro do framework de validação como um componente reutilizável.

O validador usa arquivos de configuração XML para determinar quais rotinas de validação devem ser instaladas e quais delas devem ser aplicadas para uma determinada aplicação.O arquivo validators.xml contém todas as declarações dos validadores comuns. Se o arquivo validators.xml não estiver presente no classpath, um arquivo de validação padrão é carregado do path com/opensymphony/xwork2/validator/validators/default.xml.

O primeiro arquivo de configuração, declara as rotinas de validação que devem ser plugadas dentro do framework e fornece nomes lógicos para cada uma das validações. O arquivo validator-rules.xml também define o código JavaScript do lado cliente para cada rotina de validação. O validador pode ser configurado para enviar esse código JavaScript para o navegador então essas validações são realizadas tanto do lado cliente quanto do lado servidor.

Escopo dos Validadores (Validators Scope)

Temos 2 tipos de validadores na Validação do Struts2.

  1. Field Validators (Validação de Campos)
  2. Non-field validators (Validação de Não-Campos)

Field validators, como o nome indica, atua em um único campo acessível através de uma action. Um validador, em contrapartida, é mais genérico e pode fazer validações no contexto inteiro da action, invocando mais de um campo (ou até mesmo nenhum campo) na regra de validação. A maioria das validações podem ser definidas em forma de campo. Isso deve ter preferência sobre validação non-field sempre que possível, como mensagens de validação de campo são vinculados ao campo relacionado e será apresentado próximo ao elemento de entrada correspondente na view respectiva.

<validators>

  <field name="bar">

      <field-validator type="required">

          <message>You must enter a value for bar.</message>

      </field-validator>

  </field>

</validators>

Non-field validators apenas adiciona mensagens de nível de action. Validações non-field fornecida pela XWork é ExpressionValidator (Validador de Expressão).

<validators>

      <validator type="expression">

            <param name="expression">foo lt bar</param>

            <message>Foo must be greater than Bar.</message>

      </validator>

</validators>

Primeiros passos

Vamos adicionar a lógica de validação na aplicação StrutsHelloWorld que nós criamos no artigo anterior. Para esse tutorial, vamos criar uma classe Action chamada CustomerAction a qual conterá poucos campos. Crie um arquivo CustomerAction.java no pacote net.viralpatel.struts2.
customer-action-struts2

Copie o seguinte conteúdo dentro dele.

CustomerAction.java

package net.viralpatel.struts2;

import com.opensymphony.xwork2.ActionSupport;

public class CustomerAction extends ActionSupport{

    private String name;

    private Integer age;

    private String email;

    private String telephone;

    public String addCustomer() {

        return SUCCESS;

    }

    

    public String getName() {

        return name;

    }

    public void setName(String name) {

        this.name = name;

    }

    public Integer getAge() {

        return age;

    }

    public void setAge(Integer age) {

        this.age = age;

    }

    public String getEmail() {

        return email;

    }

    public void setEmail(String email) {

        this.email = email;

    }

    public String getTelephone() {

        return telephone;

    }

    public void setTelephone(String telephone) {

        this.telephone = telephone;

    }

}

Observe que a classe CustomerAction tem os campos name, email, telephone e age. Também tem um método chamado addCustomer() o qual não tem nenhuma lógica, ele apenas retorna SUCCESS.

Agora nós vamos adicionar uma entrada para essa classe action no arquivo struts.xml. Abra o arquivo struts.xml o qual estará presente abaixo da pasta resources. E adicione o seguinte conteúdo entre as tags <package></package>.

<action name="customer"

    class="net.viralpatel.struts2.CustomerAction">

    <result name="success">SuccessCustomer.jsp</result>

    <result name="input">Customer.jsp</result>

</action>

Observe que nós estamos mapeando a classe CustomerAction com o nome customer. Também em sucesso o usuário será redirecionado a página SuccessCustomer.jsp. Repare que tem outra tag de resultado com nome input. Sempre que a lógica de validação encontra algum erro de validação, redireciona o usuário de volta a página especificada como input. Assim no nosso exemplo, o usuário será redirecionado de volta para Customer.jsp no caso de quaisquer erros.

Crie duas novas JSPs Customer.jsp (qual conterá o formulário do Customer) e SuccessCustomer.jsp (qual será mostrada em sucesso).
struts2-validation-jsp-files

Customer.jsp

<%@ page contentType="text/html; charset=UTF-8"%>

<%@ taglib prefix="s" uri="/struts-tags"%>

<html>

<head>

<title>Customer Form - Struts2 Demo | ViralPatel.net</title>

</head>

<body>

<h2>Customer Form</h2>

<s:form action="customer.action" method="post">

    <s:textfield name="name" key="name" size="20" />

    <s:textfield name="age" key="age" size="20" />

    <s:textfield name="email" key="email" size="20" />

    <s:textfield name="telephone" key="telephone" size="20" />

    <s:submit method="addCustomer" key="label.add.customer" align="center" />

</s:form>

</body>

</html>

SuccessCustomer.jsp

<%@ page contentType="text/html; charset=UTF-8"%>

<%@ taglib prefix="s" uri="/struts-tags"%>

<html>

<head>

<title>Customer Page - Struts2 Demo | ViralPatel.net</title>

</head>

<body>

    <h2>Customer Added Successfully.</h2>

</body>

</html>

Nós criamos o arquivo Customer.jsp qual irá exibir o formulário Customer. Mas nós não temos link para esta página na nossa aplicação web. Então nós criaremos um link para Customer.jsp da página Welcome.jsp. Abra a página Welcome.jsp e adicione o seguinte código de link dentro dela.

<s:a href="Customer.jsp">Add Customer</s:a>

Agora abra o arquivo ApplicationResources.properties da pasta resources e adicione as seguintes chaves/valores dentro dela.

name= Name

age= Age

email= Email

telephone= Telephone

label.add.customer=Add Customer

errors.invalid=${getText(fieldName)} is invalid.

errors.required=${getText(fieldName)} is required.

errors.number=${getText(fieldName)} must be a number.

errors.range=${getText(fieldName)} is not in the range ${min} and ${max}.

Execute o código no Eclipse e veja a saida. Você verá a página de login. Entre com username=admin e a senha=admin123 e faça o login. Na página de boas vindas você verá um link para página Add Customer. Clique naquele link e você verá a página Customer.
struts2-customer-form

Adicionando a lógica de validação

Agora nós terminamos o básico do formulário customer no qual nós vamos adicionar a lógica de validação. Seguem as regras de validações:

  1. Campo Name é obrigatório.
  2. Campo Age é obrigatório. Deve ser um número entre 1 e 100.
  3. Campo Email é obrigatório. Deve ser um endereço de email válido.
  4. Campo Telephone é obrigatório.

A fim de definir a lógica de validação para um formulário em particular, primeiro nós devemos criar um arquivo XML no qual manterá esse dado. O Struts2 define uma convenção de nomenclatura específica na definição dos arquivos XML de validação. O formato é <NomeDaClasseAction>-validation.xml. Então para nossa aplicação vamos criar um arquivo CustomerAction-validation.xml. Observe que este arquivo deve estar presente no mesmo pacote da classe action.
Crie o arquivo
CustomerAction-validation.xml no pacote net.viralpatel.struts2. E copie o seguinte conteúdo dentro dele.
struts2-validation-xml

CustomerAction-validation.xml

<!DOCTYPE validators PUBLIC "-//Apache Struts//XWork Validator 1.0.3//EN"

    "http://struts.apache.org/dtds/xwork-validator-1.0.3.dtd">

<validators>

    <field name="name">

        <field-validator type="requiredstring">

            <param name="trim">true</param>

            <message key="errors.required" />

        </field-validator>

    </field>

    <field name="age">

        <field-validator type="required">

            <message key="errors.required" />

        </field-validator>

        <field-validator type="int">

            <param name="min">1</param>

            <param name="max">100</param>

            <message key="errors.range"/>

        </field-validator>

    </field>

    <field name="email">

        <field-validator type="requiredstring">

            <message key="errors.required" />

        </field-validator>

        <field-validator type="email">

            <message key="errors.invalid" />

        </field-validator>

    </field>

    <field name="telephone">

        <field-validator type="requiredstring">

            <message key="errors.required" />

        </field-validator>

    </field>

</validators>

E é isso. Nós apenas adicionamos a lógica de validação ao nosso exemplo. Veja que os arquivos XML de validação contém diferentes field-validators.

Validação do lado cliente

É muito fácil adicionar a validação do lado cliente ou validação JavaScript a qualquer formulário em Struts2. Tudo o que você precisa fazer é adicionar validate=”true” na tag form no seu arquivo JSP. Por exemplo abra o Customer.jsp e adicione validate=”true” na tag form. O Struts2 automaticamente gerará o código JavaScript para validação do lado cliente do formulário.

<s:form action="customer.action" method="post" validate="true">

    ...

</s:form>

Isso é tudo pessoal

Execute a aplicação e teste o formulário Customer com diferentes valores.

Página Customer

struts2-customer-form

Página Customer com erros
customer-page-validation-errors

Página Customer com sucesso
customer-page-success

Download do Código Fonte

Struts2_Validation_example.zip (3.6 MB)

Fonte: viralpatel.net – Viral Patel

JPA2/Hibernate – Auto-incremento em colunas non-id (sem anotação @Id)

E ai galera beleza? hoje tive um problema ao tentar implementar:

@SequenceGenerator(name="MINHA_SEQUENCE", sequenceName="MINHA_SEQUENCE", allocationSize=1)
@GeneratedValue(strategy=GenerationType.SEQUENCE, generator="MINHA_SEQUENCE")

em uma coluna que não tinha @Id… simplesmente não estava criando a sequence, consequentemente, não gerava o valor automatico…

achei a seguinte solução: (não utiliza as anotações @SequenceGenerator e @GeneratedValue)

@Column(columnDefinition="serial")
@Generated(GenerationTime.INSERT)

testei no postgresql e funcionou perfeitamente!

Espero que ajude 😀 abraços !

Fonte: Sergey Vedernikov – Stackoverflow / axtavt – Stackoverflow

Como recuperar XML do Envelop SOAP com Axis2

E ai galera beleza?

Hoje descobri que tem uma maneira muito simples de recuperar o xml
que vem dentro do envelope SOAP (tanto de entrada como de saida) no Axis2

segue um exemplo de como fazê-lo:

import org.apache.axis2.*;
import org.apache.axis2.context.*;
public class ExampleStub {
   private InterfaceExampleStub stub = null;
   public ExampleStub(String url) throws Exception {
        try {
            stub = new InterfaceExampleStub(url);
        } catch (AxisFault e) {
            throw new Exception("Error creating a ExampleStub: "+e.getMessage(), e);
        }
    }

    public void operation() throws Exception {
        try {
            stub.operation(/* parameters */);
        } catch(Throwable t) {
            throw new Exception("Got throwable: ["+ t.getMessage(), t);
        } finally {
            try {
                OperationContext operationContext = stub._getServiceClient().getLastOperationContext();
                if (operationContext != null) {
                    MessageContext outMessageContext = operationContext.getMessageContext("Out");
                    if (outMessageContext != null) {
                        System.out.println("OUT SOAP: "+outMessageContext.getEnvelope().toString());
                    }
                    MessageContext inMessageContext = operationContext.getMessageContext("In");
                    if (inMessageContext != null) {
                        System.out.println("IN SOAP: "+ inMessageContext.getEnvelope().toString());
                    }
                }
            } catch(Throwable e) {
                System.out.println("Cannot log soap messages: "+e.getMessage());
            }
        }
    }
}

OBS.: Caso tome o seguinte erro ao tentar executar:

com.ctc.wstx.exc.WstxIOException: Attempted read on closed stream

Siga este tutorial de como resolver este prolema…

Fonte: AppDesign – Ivan K

Axis 2 – com.ctc.wstx.exc.WstxIOException: Attempted read on closed stream

Hoje eu descobri que existe um modo de recuperar o envelope SOAP em String,
utilizando o stub do Axis2, porém estava tomando o seguinte erro:

com.ctc.wstx.exc.WstxIOException: Attempted read on closed stream

então, procurando na internet descobri que é necessário adicionar uma linha no arquivo
stub gerado pelo Axis2, para poder acessar o envelope fora do contexto do stub…

procure pela linha:

org.apache.axiom.soap.SOAPEnvelope _returnEnv = _returnMessageContext.getEnvelope();

e adicione isso embaixo dela:

_returnEnv.build();

simples não?

Caso você esteja procurando como recuperar o Envelope SOAP tanto de saida como de entrada do Axis2
clique aqui!!! 😀

Abraços.

Fonte: apache.org – TAM Tenfold5

Axis 2 – org.apache.axis2.AxisFault: The given SOAPAction … does not match an operation.

E ai pessoal beleza? bom venho aqui para postar a solução de um problema que tive aqui no trabalho, que me custou alguns dias de pesquisa…

Eu estava tentando consumir um webservice de um cliente e estava tomando o seguinte erro:
org.apache.axis2.AxisFault: The given SOAPAction … does not match an operation.

porém pelo soapUI funciona perfeitamente… entao, eu tinha riscado a hipótese de ser algo com o WSDL

tentei gerar o client do axis2 com ADB e com XMLBEANS porém ambos caíram no mesmo erro…
ai finalmente descobri o motivo, o WSDL do cliente realmente tinha algo errado…
os campos soapAction estavam vazios:

<soap:operation soapAction="" style="document" /> 

então  vi que existem 3 maneiras de resolver esse problema… 1ª o cliente arrumar o WSDL dele,
o que vai depender da boa vontade dele… 2ª setar o valor da action em tempo de execução e a 3ª e ultima que é desabilitar essa soap action…

a 2ª opção é fazendo o seguinte:
AlgumaCoisaServiceStub stub = new AlgumaCoisaServiceStub(); //é gerado pelo axis2
stub._getServiceClient().getOptions().setAction(“http://suaaction&#8221;);

eu acho que a action é manipulada diferentemente para cada versão do soap, para especificar a versão utilize:
stub._getServiceClient().getOptions().setSoapVersionURI(org.apache.axiom.soap.SOAP11Constants.SOAP_ENVELOPE_NAMESPACE_URI);
(ou a versão SOAP12 da constante).

e a 3º opção é fazer o seguinte:
AlgumaCoisaServiceStub stub = new AlgumaCoisaServiceStub(); //é gerado pelo axis2
stub._getServiceClient().getOptions().setProperty(org.apache.axis2.Constants.Configuration.DISABLE_SOAP_ACTION, true);

Bom… espero que esse post tenha ajudado vocês 😀
se resolver, irá poupar algumas boas horas de pesquisa 😀

Fonte: StackOverflow – Michael Sharek / mstewart

TransientObjectException, LazyInitializationException e outras famosas do Hibernate

Para quem desenvolve com Hibernate, sem dúvida as exceptions que aparecem mais são a TransientObjectException (TOE), LazyInitializationException (LIE) e a PersistentObjectException (POE). Semana passada tive o prazer de ministrar um treinamento de EJB3 e JSF para o pessoal da Petrobras de 5 cidades diferentes e durante o curso várias TOEs, POEs e LIEs apareceram. Vamos ver quando cada uma ocorre.

Estou usando aqui a API do Java Persistence, mas a relação é direta com o Hibernate, já que este é o meu provider. Considere duas entidades, Autor e Livro, cada uma com atributos triviais, um id que é @GeneratedValue e uma relação @ManyToMany entre elas, sendo Livro que possui o lado mappedBy. Vamos ao código:

Autor a = new Autor();
Livro l = new Livro();
a.setLivros(Collections.singleton(l));
manager.persist(a);

Resultado:

org.hibernate.TransientObjectException: object references an unsaved transient instance - save the transient instance before flushing: br.com.caelum.hibernate.testes.Livro

Essa exception não ocorreria se você tivesse chamado manager.persist(l); dentro dessa mesma transação, ou utilizasse cascade=CascadeType.PERSIST no relacionamento. Um objeto transiente, ao ser persistido, não pode se referenciar a outros objetos transientes, a não ser que haja cascade!

Agora considere:

Autor a = new Autor();
a.setId(1L);
a.setNome("paulo");
    
manager.persist(a);

Resultado:

org.hibernate.PersistentObjectException: detached entity passed to persist: br.com.caelum.hibernate.testes.Autor

O id de Autor está anotado com @GeneratedValue, quando ele percebe que há um id setado ele imagina que provavelmente esse objeto já deve existir no banco de dados (repare que ele não faz select, se você colocar um id que não existe, a mesma exception ocorrerá). persist não aceita objetos detached, apenas transient e managed. Essa exception não ocorreria se seu id não fosse @GeneratedValue, ou se você tivesse puxado esse Autor através do manager.find, por exemplo.

Vamos passar para o método merge. Porque o utilizamos tanto? Pois na web, quando recebemos os parâmetros e populamos nosso Entity para atualizá-lo, ele está detached: não foi pego através do EntityManager/Session, porém possui um id setado (o que anteriormente gerou a PersistentObjectException). O merge tem um detalhe importantíssimo: ele não vai passar o estado daquela entidade para managed (como faz o saveOrUpdate do Hibernate), e sim devolver uma versão da mesma entidade que seja managed (como fazia o velho saveOrUpdateCopy), em outras palavras, futuras mudanças na entidade passada não surtirão efeito. A outra grande diferença é que agora podemos passar como argumento um objeto transiente que já possua um id setado:

Autor a = new Autor();
a.setId(1L);
a.setNome("livro1"); 
manager.merge(a);
a.setNome("livro2");

O código irá atualizar o nome do Livro de id 1 para livro1. Repare que a mudança para livro2 não surtirá efeito, já que o merge não faz attach do objeto passado como argumento, então nesse caso ele continua detached. Uma opção seria você pegar o retorno do método merge, que é o mesmo Autor, porém agora managed. A documentação do hibernate sobre o merge parece ser melhor que a especificação.

Aqui temos de ter muito cuidado, como não puxamos esse Autor pelo entityManager, caso ele possua alguns livros no seu relacionamento, nesse merge perderíamos todas essas informações!

Parece fácil evitar todas essas exceptions, então porque eu disse que ocorreram tanto no curso? Bem, estávamos usando a JPA de dentro de um container, não standalone. Considere então um session bean de granularidade fina que esteja agindo apenas como um dao (esse não é o ideal, mas fica para os testes):

@Remote
interface SessionBeanRemote {
  void persiste(Autor a);
  void persiste(Livro l);
  Livro buscaLivroPorNome(String nome);
}

E considere o cliente:

Livro l = new Livro();
sessionBeanRemoto.persiste(l);
Autor a = new Autor();
a.setLivros(Collections.singleton(l));
manager.persiste(a);

Repare como esse código é muito parecido com o primeiro desse post, porém já persistindo o Livro anteriormente, para evitar a TransientObjectException. Mas adivinhe, aqui é lançada uma TOE! Isso ocorre porque, apesar do Livro ter sido persistido, no cliente remoto ele estará transiente, pois sua chave primária não foi populada, já que o objeto foi serializado e só no servidor se encontra uma versão desse Livro com sua respectiva chave! Se fosse no EJB 2.x, onde o Entity bean também é um componente, isso não ocorreria. Mas aqui, fora do container, o Entity bean age realmente como um valeu object: não há ligação dele com o servidor.

Para resolver isso temos alguns idiomismos, mudaríamos nosso bean remoto para:

@Remote
interface SessionBeanRemote {
  Autor persiste(Autor a);
  Livro persiste(Livro l);
  Livro buscaLivroPorNome(String nome);
}

Um tanto estranho, e na nossa implementação devolveríamos o próprio argumento:

@Stateless
class SessionBean implements SessionBeanRemote {
  @PersistentContext
  private EntityManager manager;
  public Livro persiste(Livro l) {
    manager.persist(l);
    return l;
  }
  // outros metodos
}

Dessa maneira passaríamos de volta ao cliente uma versão detached do novo livro: agora com ID! Nosso cliente ficaria:

Livro l = new Livro();
l = sessionBeanRemoto.persiste(l); // agora pegamos o retorno!
Autor a = new Autor();
a.setLivros(Collections.singleton(l));
manager.persiste(a);

Existem outras alternativas, como retornar apenas a chave primária, utilizar session beans com maior granularidade, etc.

E a LazyInitializationException que mencionei? Usando hibernate ou JPA standalone estamos cansados de saber como evitá-la: basta manter a sessão aberta durante a renderização na camada de visualização. Mas com EJB a história é outra, sendo muito mais sutil: chame o método buscaPorNome, ele vai retornar ao cliente um Livro detached. Adivinhe o que acontece ao invocar o getAutores() no cliente?

Fonte: Paulo Silveira – Caelum