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JPA/Hibernate Static Metamodel Attributes não populados / nulos — Gerando NullPointerException

E ai galera, beleza?

Hoje tive um problema tentando utilizar os atributos metamodel estáticos do JPA/Hibernate,
sempre quando eu ia utilizá-los, eles estavam nulos… depois de um tempo quebrando a cabeça consegui achar o motivo!

Vamos exemplificar o cenário:

Entidade:

package com.mydomain.model.user;

public class User {

/** Número de identificação */
@Id
private Long id;

/** Nome de autenticação */
private String username;

//getters e setters
}

Metamodel:

package com.mydomain.metamodels;

import javax.persistence.metamodel.SingularAttribute;
import javax.persistence.metamodel.StaticMetamodel;

@StaticMetamodel(User.class)
public class User_ {
public static volatile SingularAttribute<User, String> username;
}

Uso do metamodel no predicado (predicate):


cb.equal(root.get(User_.username), “usuario_teste”);

Toda vez que eu tentava dar get(…) eu estava tomando nullpointerexception,
e a solução que encontrei foi colocar a classe User.class e a User_.class no mesmo pacote…
não sei o real motivo para precisarem estar, porém só assim funcionou pra mim..

Pesquisando descobri também que em futuros releases talvez essas classes possam ficar em pacotes diferentes,
segue algumas regras descritas na especificação do JPA 2:

  • Classes Metamodel devem estar no mesmo pacote das classes de entidade que elas descrevem;
  • Elas devem ter o mesmo nome das classes de entidade que elas descrevem, seguido por um traço-baixo (“_”, underline, underscore…).
    Exemplo: Produto.class é a classe de entidade e o Produto_.class é a classe metamodel.
  • Se uma entidade herdar de outra entidade ou de uma superclasse mapeada (mapped superclass) deve herdar da classe metamodel que descreve sua superclasse.
    Exemplo: Se ProdutoEspecial.class estende Product.class, que estende ObjetoPersistente.class, então ProdutoEspecial_.class deve estender Produto_.class, que deve estender ObjetoPersistente_.class.

É isso ai pessoal espero ter ajudado!
valeu!!!

Fonte: stackoverflow.com – debbie/Vítor E. Silva Souza

Como persistir LocalDate e LocalDateTime do Java 8 com JPA

E ai galera beleza? faz muito tempo que eu não postava nada novo, então bora com “novidade” do java 8 + JPA 😀

O Java 8 trouxe muitas grandes funcionalidades e uma das mais importantes e uma das antecipadas foi a nova API de data e hora. Haviam muitos problemas com a antiga API e não vou entrar em detalhes do porque nós precisamos de uma nova. Tenho certeza que você teve que lutar com ela com frequencia.

Todos esses problemas se foram com Java 8 \o/. A nova API de data e hora é bem desenhada, fácil de usar e (finalmente) imutável. O único problema que permanece é, que você não pode usava com JPA.

Bem, isso não totalmente verdade. Você pode usa-la, porém o JPA irá mapeá-la para BLOB ao invés de DATE ou TIMESTAMP. Que significa que a base de dados não está ciente do objeto de data e não pode aplicar nenhuma otimização para isso. E não é desse jeito que deveríamos ou gostaríamos de fazê-lo.

Porque o JPA não suporta LocalDate e LocalDateTime?

A resposta é simples, o JPA 2.1 foi liberado antes do Java 8 e a API de data e hora simplesmente não existia naquela época. Portanto a anotação @Temporal pode apenas ser aplicada a atributos do tipo java.util.Date e java.util.Calendar.

Se você deseja armazenar um atributo LocalDate em uma coluna Date ou uma LocalDateTime em uma coluna TIMESTAMP, você mesmo precisa definir o mapeamento para java.sql.Date ou java.sql.Timestamp. Graças ao conversor de atributo, uma das diversas novas funcionalidades do JPA 2.1, isso pode ser alcançado com apenas algumas linhas de código.

Nos exemplos abaixo, eu vou mostrar pra vocês como criar um conversor de atributos para LocalDate e LocalDateTime. Se você quer aprender mais sobre conversor de atributo, dê uma olhada aqui (inglês).

O exemplo

Antes de nós criar os conversores de atributo, vamos dar uma olhada na entidade de exemplo para esse post:

@Entity
public class MyEntity {

@Id
@GeneratedValue(strategy = GenerationType.AUTO)
@Column(name = “id”, updatable = false, nullable = false)
private Long id;

@Column
private LocalDate date;

@Column
private LocalDateTime dateTime;

}

O conversor de atributo faz parte da especificação do JPA 2.1 e pode portanto ser usado com qualquer implementação de JPA 2.1, ex.: Hibernate ou EclipseLink. Eu usei Wildfly 8.2 com Hibernate 4.3 para os seguintes exemplos.

Convertendo LocalDate

Como você pode ver no seguinte pedaço de código, não é necessário muita coisa para criar um conversor de atributo para LocalDate.

@Converter(autoApply = true)
public class LocalDateAttributeConverter implements AttributeConverter<LocalDate, Date> {

@Override
public Date convertToDatabaseColumn(LocalDate locDate) {
return (locDate == null ? null : Date.valueOf(locDate));
}

@Override
public LocalDate convertToEntityAttribute(Date sqlDate) {
return (sqlDate == null ? null : sqlDate.toLocalDate());
}
}

Você precisa implementar a interface AttributeConverter<LocalDate, Date> e seus 2 métodos convertToDatabaseColumn e convertToEntityAttribute. Como você pode ver nos nomes dos métodos, um deles define a conversão do tipo do atributo da entidade (LocalDate) para o tipo de coluna da base de dados (Date) e o outro é a conversão inversa. A conversão em si é simples porque java.sql.Date ja nos provê o método para fazer a conversão “de” e “para” um LocalDate.

Adicionalmente o conversor de atributo precisa ser anotado com a anotação @Converter. Devido a propriedade opcional autoApply=true, o conversor será aplicado a todos os atributos do tipo LocalDate. Dê uma olhada aqui (inglês), se você quer definir o uso de cada conversor para cada atributo individualmente.

A conversão do atributo é transparente para o desenvolvedor e o atributo LocalDate pode ser usado como qualquer outro atributo da entidade. Você pode usa-lo como parâmetro de query por exemplo.

LocalDate date = LocalDate.of(2015, 8, 11);
TypedQuery<MyEntity> query = this.em.createQuery(“SELECT e FROM MyEntity e WHERE date BETWEEN :start AND :end”, MyEntity.class);
query.setParameter(“start”, date.minusDays(2));
query.setParameter(“end”, date.plusDays(7));
MyEntity e = query.getSingleResult();

Convertendo LocalDateTime

O conversor de atributo para LocalDateTime é basicamente o mesmo. Você precisa implementar a interface attributeConverter<LocalDateTime, Timestamp> e o conversor precisa ser anotado com a anotação @Converter. Assim como o LocalDateConverter, a conversão entre LocalDateTime e um java.sql.Timestamp é feita através dos métodos de conversão do Timestamp.

@Converter(autoApply = true)
public class LocalDateTimeAttributeConverter implements AttributeConverter<LocalDateTime, Timestamp> {

@Override
public Timestamp convertToDatabaseColumn(LocalDateTime locDateTime) {
return (locDateTime == null ? null : Timestamp.valueOf(locDateTime));
}

@Override
public LocalDateTime convertToEntityAttribute(Timestamp sqlTimestamp) {
return (sqlTimestamp == null ? null : sqlTimestamp.toLocalDate());
}
}

Conclusão

O JPA 2.1 foi liberado antes do Java 8 e portanto não suporta a nova API de data e hora. Se você quer usar as novas classes (do jeito certo), você mesmo precisa definir a conversão para java,sql.Date e java.sql.Timestamp. Isso pode ser feito facilmente implementando a interface AttributeConverter<EntityType, DatabaseType> e anotando a classe com a anotação @Converter(autoApply=true). Setando autoApply=true, a conversão será aplicada a todos os atributos do EntityType e nenhuma alteração na entidade é necessária.

Até onde eu sei, a próxima versão do JPA suportará a nova API de data e hora e as diferentes implementações provavelmente irão suporta-la ainda mais cedo. O Hibernate 5 por exemplo irá suporta-la como uma funcionalidade proprietária.

É isso ai galera, espero tê-los ajudado 😀

Fonte: thoughts-on-java.org – Thorben Janssen

Como centralizar DIV na VERTICAL e na HORIZONTAL

A arte de centralizar div tanto na horizontal quanto na vertical é discutida a anos pelos desenvolvedores Web, hoje apresentaremos uma das maneiras de centralizar uma div tanto na horizontal quanto na vertical.

Resolvi escrever este artigo depois que voltei a trabalhar com implementação e percebi que existem várias técnicas para centralizar o conteúdo e a maioria é ineficiente, porém neste artigo explicarei que como centralizar seu site com uma técnica simples e direta.

 

O HTML

Felizmente com o advento do Webstandards o HTML se mantém sempre é simples, independete do problema ou solução.

E através do CSS ou JavaScript conseguimos resolver a maioria dos problemas, o que na verdade é um grande alívio, pois dar manutenção no conteúdo no passado era um verdadeiro tormento, tendo que navegar em grandes emaranhados de código.

Agora veremos como ficará o HTML quando queremos centralizar uma div, lembrando que com esta técnica é possível centralizar sites complexos ou simples, de forma organizada e com simplicidade.

    <div id="divCentralizada">
       <p>
          conteúdo centralizada
       </p>
    </div>

O HTML acima nos da 3 elementos, a o <div> que será centralizada, o <p> que representa o conteúdo da página e o texto, apenas para ilustrar como seu conteúdo ficaria centralizado neste exemplo.

O CSS

No CSS iremos posicionar esta DIV (#divCentralizada) através do position: absolute;, ele fará com que a DIV deixe de respeitar o resto do conteúdo e passe a ter uma posição absoluta na página.

Agora que a div(#divCentralizada) esta alinhada independente do “resto”, com isso poderemos definir o top e o left que fará com que nossa DIV se afaste da margem interna do navegador.

Para ambos informaremos 50%, com isso as margens da DIV serão literalmente posicionadas ao centro da tela, veja o código:

<html>
  <header>
    <title>Exemplo 2 - OGENIAL!</title>
    <style>
      #divCentralizada {
        position: absolute;
        width: 600px;
        height: 300px;
        left: 50%;
        top:50%;
        background-color: gray;
      }
    </style>
  </header>
  <body>
    <div id="divCentralizada">
      <p>
        conte&uacute;do centralizada
      </p>
    </div>
  </body>
</html>

Como centralizar uma div

Como podemos ver, ele posicionou a “ponta” da div a 50% de distância da borda esquerda e o mesmo fez com o a borda superior da div que foi posicionada exatamente no meio da tela, porém esperamos que o alinhamento seja feito não através da extremidade da nossa DIV mãe e sim através do seu meio, o que devemos fazer agora é setar uma margem negativa com metade das dimensões da div, como no exemplo acima informamos o tamanho (width com 600px deveremos informar uma margem a esquerda com -300px; (300 negativo) desta forma ela ira recuar até que o centro da DIV fique no centro da tela.

Desta forma a DIV será posicionada primeiro a 50% da disância da margem e logo depois recuará 50% do seu tamanho, acertando exatamento o centro, o mesmo deverá ser feito com a margem superior como vemos no exemplo abaixo.

<html>
   <header>
      <title>Exemplo 2 - OGENIAL!</title>
      <style>
         #divCentralizada {
            position: absolute;
            width: 600px;
            height: 300px;
            left: 50%;
            top:50%;
            margin-left: -300px;
            margin-top: -150px;
            background-color: gray;
         }
      </style>
   </header>
   <body>
      <div id="divCentralizada">
         <p>
            conte&uacute;do centralizada
         </p>
      </div>
    </body>
</html>

Então com esta simples técnica conseguimos centralizar uma dív na tela obtendo o resultado abaixo.

DIV centralizada apartir do seu centro

Acredito que seja válido observar também que a DIV foi centralizada, porém o conteúdo permaneceu alinhado conforme o padrão da página, não atrapalhando assim o “resto” do layout.

Centralizar div em vários navegadores

Este processo é utilizado em diversos sites pelo mundo todo pois funciona no IE 6, IE 7, IE 8 e IE 9, FireFox (2,3) e Google Chrome.

Pois é, centralizar div`s no Internet Explorer foi sempre um problema, mas agora, com esta técnica esta muito mais fácil.

Porque não utilizar a tag <center> para centralizar o conteúdo

A algum tempo a tag <center> era muito utilizada em algumas técnicas para centralizar o conteúdo, porém com o advento do CSS e as novas preocupações dos webmaster`s a tag <center> deixou de ser utilizada e finalmente foi depreciada pela W3C, sendo agora descartada como técnica viável para centralização.

Fonte: ogenial.com.br

jQuery – Os métodos before() e after()

No capítulo anterior, nós usamos os métodos append() e prepend() para inserir coisas dentro de um elemento, mas em alguns casos, nós precisamos inserir coisas antes ou depois de um ou vários elementos em vez disso. O jQuery tem os métodos befoer() e after() apenas para esse propósito, e eles são tão fáceis de usar. Veja esse exemplo:

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('input.test1').before('<i>Before</i>');">Before</a>   
<a href="javascript:void(0);" onclick="$('input.test1').after('<b>After</b>');">After</a>
<br /><br />
<input type="text" value="Input 1" name="txtInput1" /><br />
<input type="text" value="Input 2" name="txtInput2" /><br />

Dependendo em qual dos dois links você clicou, uma tag itálico ou uma negrito será inserida antes ou depois de cada elemento input na página usando a classe “test1”. Assim como append() e prepend(), ambos after() e before() permitem você usar strings HTML, elementos DOM e objetos jQuery como parâmetros e uma quantidade infinita deles também. Nós vamos demonstrar isso no próximo exemplo:

<a href="javascript:void(0);" onclick="InsertElements();">Insert elements</a>
<br /><br />
<span id="spnTest2">Hello world? </span>
<script type="text/javascript">
function InsertElements()
{
        var element1 = $("<b></b>").text("Hello ");
        var element2 = "<i>there </i>";
        var element3 = document.createElement("u");
        element3.innerHTML = "jQuery!";   
        $("#spnTest2").after(element1, element2, element3);
}
</script>

Neste exemplo, nós criamos um objeto jQuery, uma string HTML e um elemento JavaScript DOM, e então nós usamos o método after() para inserir todos eles depois da nossa tag span. Claro, o método before() poderia ter sido usado exatamente da mesma maneira.

Existem variações dos métodos before() e after(), chamados insertBefore() e inserAfter(). Eles fazem praticamente a mesma coisa, mas eles fazem isso ao contrário, então ao invés de os chamarem nos elementos que devemos inserir dados antes ou depois, com um parâmetro do que é para ser inserido, você faz exatamente o oposto. Qual método usar obviamente depende da situação, mas aqui está um exemplo mostrando a você como usar ambos:

<a href="javascript:void(0);" onclick="InsertElementsBefore();">Insert elemenets</a>
<br /><br />
<span id="spnTest3">Hello world? </span>
<script type="text/javascript">
function InsertElementsBefore()
{       
        $("#spnTest3").before($("<i></i>").text("before() "));
        $("<b></b>").text("insertBefore() ").insertBefore("#spnTest3");
}
</script>

Neste exemplo, nós inserimos os itens antes da tag span, mas você poderia com certeza fazer exatamente a mesma coisa usando after() e insertAfter(), se você deseja inserir depois do elemento alvo. Como você pode ver, o resultado é o mesmo – apenas a ordem do que nós fazermos difere.

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Os métodos append() e prepend()

Adicionar novos objetos a um element existente é muito fácil com jQuery. Aqui estão métodos para anexar ou prefixar, recebendo HTML em formato string, elementos DOM e ojbetos jQuery como parâmetros. No próximo exemplo, você verá como é fácil inserir novos elementos em uma lista, usando ambos os métodos append() e prepend():

<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#olTestList1').append('<li>Appended item</li>');">Append</a>   
<a href="javascript:void(0);" onclick="$('#olTestList1').prepend('<li>Prepended item</li>');">Prepend</a>
<ol id="olTestList1">
        <li>Existing item</li>
        <li>Existing item</li>
</ol>

Nós temos dois links: O primeiro irá anexar um item a lista, significando que o novo item será inserido como último item. O outro link irá prefixar um link a lista, o que significa que o novo item será inserido como o primeiro item da lista. Neste exemplo, nós simplesmente inserimos um pedaço de HTML, mas nós poderíamos  ter gerado os novos itens com jQuery também, ou criado eles através do código JavaScript padrão e elementos DOM. De fato, ambos os métodos append() e prepend() recebem uma quantidade infinita de novos elementos como parâmetros. No próximo exemplo, nós vamos demonstrar isso também como a habilidade para adicionar elementos de várias formas:

<a href="javascript:void(0);" onclick="AppendItemsToList();">Append items</a>   
<ol id="olTestList2"></ol>
<script type="text/javascript">
function AppendItemsToList()
{
        var item1 = $("<li></li>").text("Item 1");
        var item2 = "<li>Item 2</li>";
        var item3 = document.createElement("li");
        item3.innerHTML = "Item 3";
        
        $("#olTestList2").append(item1, item2, item3);
}
</script>

Como você pode ver, o item1 é um elemento gerado por jQuery, o item2 é uma simples string HTML e o item3 é um elemento gerado por JavaScript DOM.Todos eles foram anexado a lista usando a mesma chamada e claro isso deveria funcionar para o método prepend() também.

Existem variações dos métodos append() e prepend(), chamados appendTo() e prependTo(). Eles fazem praticamente a mesma coisa, mas eles fazem isso ao contrário, então em invés de os chamarem nos elementos que você deseja anexar/prefixar, com um parâmetro do que é para ser anexado/prefixado, você faz exatamente o oposto. Qual usar obviamente depende da situação, mas aqui está um exemplo mostrando a você como usar ambos:

<a href="javascript:void(0);" onclick="PrependItemsToList();">Prepend items</a>   
<ol id="olTestList3"></ol>
<script type="text/javascript">
function PrependItemsToList()
{       
        $("#olTestList3").prepend($("<li></li>").text("prepend() item"));
        $("<li></li>").text("prependTo() item").prependTo("#olTestList3");
}
</script>

Neste exemplo, nós prefixamos os itens, mas você poderia com certeza fazer a mesma coisa usando append() e appendTo(). Como você pode ver, o resultado é o mesmo – apenas a ordem do que nós fazemos difere.

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Animações customizadas com o método animate()

Nos capítulos anteriores, nós vimos dentro dos métodos de efeitos embutidos fading e sliding do jQuery. Porém, você pode muito mais que isso. Com o método animated(), você pode criar animações customizada onde você manipula quase qualquer propriedade CSS numérica de um elemento. Isso permite você por exemplo mover uma caixa devagar através uma tela ou subir ou descer. Vamos tentar alguma coisa muito simples:

<div style="height: 60px;">
        <div id="divTestBox1" style="height: 50px; width: 50px; background-color: #89BC38; position: absolute;"></div>
</div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestBox1").animate(
                {
                        "left" : "200px"
                }
        );
});
</script>

O primeiro, e único necessário, parâmetro da função animated é o mapa das propriedades do CSS que você deseja que seja alterado. Nesse caso, nós temos um elemento div absolutamente posicionado, que nós dissemos ao jQuery para mover até ele alcançar 200 pixels na propriedade left.
O segundo parâmetro permite você especificar a duração da animação em milissegundos ou como “slow” ou “fast” que é o mesmo de 600 ou 200ms. Com isso, nós podemos diminuir o exemplo acima mais do que nós queremos:

<div style="height: 60px;">
        <div id="divTestBox2" style="height: 50px; width: 50px; background-color: #89BC38; position: absolute;"></div>
</div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestBox2").animate(
                {
                        "left" : "200px"
                }, 
                5000
        );
});
</script>

Com o terceiro parâmetro, nós podemos especificar uma função de callback para ser chamada uma vez que a  animação terminar. Isso pode ser bastante útil para executar um número diferente de animações em uma fila. Por exemplo, veja esse exemplo:

<div style="height: 40px;">
        <div id="divTestBox3" style="height: 20px; width: 20px; background-color: #89BC38; position: absolute;"></div>
</div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestBox3").animate(
                { "left" : "100px" }, 
                1000,
                function()
                {
                        $(this).animate(
                                { "left" : "20px" },
                                500,
                                function()
                                {
                                        $(this).animate({ "left" : "50px" }, 500);
                                }
                        )
                }
        );
});
</script>

Isso pode parecer um pouco repetitivo, mas o que nós fazemos é que nós chamamos o método animado e perguntamos pela propriedade left da nossa “div” de teste para ser animada até ela alcançar 100 pixels no left. Nós queremos que isso leve 1 segundo (1000 milissegundos) e uma vez que isso se complete, nós desejamos que uma nova animação comece, que mova isso de volta para 20 pixels dentro de meio segundo, e assim que ESSA animação finalize, nós movemos ela um pouco para direito de novo, então agora ela tem uma propriedade left de 50 pixels.

Porém, desde que o jQuery vem com funcionalidade de fila para animações, você pode normalmente realizar o exemplo acima de um modo muito mais simples. Isso entretanto, apenas se aplica quando você quer um conjunto de animações executadas após cada uma – se você quer fazer outra coisa quando uma animação estiver completa, o exemplo acima será ainda o caminho a ser seguido. Aqui está uma versão de fila:

<div style="height: 40px;">
        <div id="divTestBox4" style="height: 20px; width: 20px; background-color: #89BC38; position: absolute;"></div>
</div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestBox4").animate({ "left" : "100px" }, 1000);
        $("#divTestBox4").animate({ "left" : "20px" }, 500);
        $("#divTestBox4").animate({ "left" : "50px" }, 500);
});
</script>

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Sliding de elementos (Deslizar)

No capítulo anterior, nós vimos como nós podemos exibir ou esconder elementos  usando os métodos fading do jQuery. Porém, algumas vezes um efeito de sliding é uma melhor escolha, e para isso, o jquery tem um conjunto de métodos de combinação para fazer apenas isso. Vamos começar com um simples exemplo dele, onde nós usamos o método slideDown():

<div id="divTestArea1" style="padding: 50px; background-color: #89BC38; text-align: center; display: none;">
        <b>Hello, world!</b>
</div>
<a href="javascript:void(0);" onclick="ShowBox();">Show box</a>
<script type="text/javascript">
function ShowBox()
{
        $("#divTestArea1").slideDown();
}
</script>

Para esconder a caixa de novo, nós podemos usar o método slideUp(). Ambos recebem o mesmo conjunto de parâmetros, que são todos opcionais. O primeiro parâmetro permite você especificar a duração para o efeito em milissegundos, ou “fast” (rápido) ou “slow” (devagar), que são o mesmo se especificar ou 200 ou 600 milissegundos. Vamos tentar um exemplo onde nós fazemos apenas isso:

<div id="divTestArea21" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div>
<div id="divTestArea22" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #C3D1DF;"></div>
<div id="divTestArea23" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #9966FF;"></div>
<a href="javascript:void(0);" onclick="ShowBoxes();">Show boxes</a>
<script type="text/javascript">
function ShowBoxes()
{
        $("#divTestArea21").slideDown("fast");
        $("#divTestArea22").slideDown("slow");
        $("#divTestArea23").slideDown(2000);
}
</script>

Temos um pouco mais de HTML que o de costume, mas isso está lá apenas para você ser capaz de ver os andamentos diferentes que as caixas são mostradas. Observe como a primeira caixa aparece quase que instantaneamente, a segunda caixa é bem parecida e a terceira caixa é mais devagar, porque ela usou dois segundos inteiros para descer.

Agora, o segundo parâmetro pode ser oir o nome de uma  função de atenuação (que nós não vamos usar nesse tutorial) ou uma função de callback que você pode fornecer, para ser chamada uma vez que o efeito terminar. Aqui está um exemplo disso, combinado com o uso do método slideUp():

<div id="divTestArea3" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestArea3").slideDown(2000, function()
        {
                $("#divTestArea3").slideUp(3000);
        });
});
</script>

A habilidade para fazer isso pode ser muito útil para combinar vários efeitos, com você pode ver. Neste exemplo, a função de callback que nós fornecemos será chamada assim que o método slideDown() estiver completamente finalizado e então o método slideUp() é chamado.

No caso de você querer simplificar o slide de um elemento para cima ou para baixo dependendo do seu estado atual, os desenvolvedores do jQuery forneceram a nós  um método legal slideToggle() para fazer apenas isso. Veja o próximo exemplo, onde nós usamos ele:

<div id="divTestArea4" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div><br />
<a href="javascript:void(0);" onclick="ToggleBox();">Toggle box</a>
<script type="text/javascript">
function ToggleBox()
{
        $("#divTestArea4").slideToggle("slow"); 
}
</script>

Fonte: jquery-tutorial.net

jQuery – Fading de elementos (Exibir/Esconder)

Fazer simples animação é muito fácil com jQuery. Um desses efeitos é o fading em um elemento, para exibí-lo ou escondê-lo. Aqui está um simples exemplo, onde nós exibimos uma caixa escondida, usando o método fadeIn():

<div id="divTestArea1" style="padding: 50px; background-color: #89BC38; text-align: center; display: none;">
        <b>Hello, world!</b>
</div>
<a href="javascript:void(0);" onclick="ShowBox();">Show box</a>
<script type="text/javascript">
function ShowBox()
{
        $("#divTestArea1").fadeIn();
}
</script>

Você pode dar um fade em um monte de elementos diferentes, como divs, spans ou links. O método fadeIn() pode receber três parâmetros. O primeiro permite você especificar a duração do efeito em milissegundos, ou “fast” (rápido) ou “slow” (devagar), que é o mesmo que especificar 200 ou 600 milissegundos. Aqui está um exemplo disso em uso:

<div id="divTestArea21" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div>
<div id="divTestArea22" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #C3D1DF;"></div>
<div id="divTestArea23" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #9966FF;"></div>
<a href="javascript:void(0);" onclick="ShowBoxes();">Show boxes</a>
<script type="text/javascript">
function ShowBoxes()
{
        $("#divTestArea21").fadeIn("fast");
        $("#divTestArea22").fadeIn("slow");
        $("#divTestArea23").fadeIn(2000);
}
</script>

Não se importe com todo o HTML, está lá apenas para que você possa ver a diferença entre as durações do fading. Agora, o segundo parâmetro pode ser o nome de uma função de atenuação (que nós não vamos usar nesse tutorial) ou uma função de callback que você pode fornecer, para ser chamada uma vez que o efeito terminar. Aqui está um exemplo disso, combinado com o uso do método fadeOut(), que obviamente tem o efeito reverso do fadeIn():

<div id="divTestArea3" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div>
<script type="text/javascript">
$(function()
{
        $("#divTestArea3").fadeIn(2000, function()
        {
                $("#divTestArea3").fadeOut(3000);
        });
});
</script>

Pode ter situações onde você quer esconder ou exibir um element dependendo do estado corrente do mesmo. Você poderia com certeza checar se ele está visível ou não, e então chamar ou fadeIn() ou fadeOut(), mas os desenvolvedores legais do jQuery tem nos fornecido um método específico para alternar (toggling) um elemento, chamado fadeToggle().  Ele leva os mesmo parâmetros como fadeIn() e fadeOut(), então ele é muito fácil de usar. Aqui está um pequeno exemplo:

<div id="divTestArea4" style="width: 50px; height: 50px; display: none; background-color: #89BC38;"></div><br />
<a href="javascript:void(0);" onclick="ToggleBox();">Toggle box</a>
<script type="text/javascript">
function ToggleBox()
{
        $("#divTestArea4").fadeToggle("slow");  
}
</script>

E isso é quão fácil é usar os efeitos de fading do jQuery.

Fonte: jquery-tutorial.net

Parte 5 – Tutorial de Interceptadores (Interceptors) do Struts2 com Exemplo

Sejam vem vindos a parte 5 de uma série de 7 partes aonde nós vamos examinar aspectos diferentes do framework Struts2. No artigo anterior nós vimos como integrar o framework Tile com o Struts2.

Hoje vamos explorer o mundo dos Interceptadores(Interceptors) no Struts2. Nós vamos ver o que os interceptadores são e como configura-los em uma aplicação web baseada em Struts2.

Interceptadores do Struts 2: Fundamentos

O Struts2 fornece um mecanismo poderoso para controlar uma requisição usando Interceptadores. Interceptadores são responsáveis pela maior parte do processamento de requisições. Eles são invocados pelo controller (controlador) antes e depois de invocar uma action, assim eles ficam entre o controller e a action. Interceptadores executam tarefas como Logging, Validation, File Upload, Double-submit guard e etc.
struts2 request processing lifecycle
O ciclo de vida de processamento do framework Struts2 é bastante discutido na parte 1 do tutorial.

  1. A requisição é gerada pelo usuário e enviada ao Servlet container.
  2. Servlet container invoca o filtro FilterDispatcher que por sua vez determina a ação apropriada.
  3. Um por um dos Intercetors são aplicados ante de chamar a Action. Interceptors executam tarefas como Logging, Validation, File Upload, Double-submit guard e etc.
  4. Action é executada e o Result é gerado pela Action.
  5. A saída da Action é renderizada na view (JSP, Velocity, etc) e o resultado é retornado ao usuário.

Portanto os interceptadores do Struts2 removem funções cross cutting como logging de componentes action e cria uma separação mais limpa do MVC.

O Struts2 vem com uma lista padrão de interceptadores já configurada na aplicação, no arquivo struts-default.xml. Nós podemos criar nossas próprios interceptadores e pluga-los dentro de uma aplicação web baseada em Struts2.

O framework cria um objeto de ActionInvocation que encapsula a action e todos os interceptadores configurados para aquela action. Cada interceptador é chamado antes da action ser chamada. Uma vez que a action é chamada e o resultado é gerado, cada interceptador é chamado de novo na ordem contrária para executar o trabalho de pós-processamento. Interceptadores podem alterar o workflow (fluxo de trabalho) da action. Isso talvez impessa a execução da action.

Nossa Meta

Nossa meta sera criar um interceptador customer MyLoggingInterceptor, o qual irá logar a requisição antes de qualquer action ser chamada. Ele também irá imprimir o nome da classe Action e o tempo de execução em milisegundos.

Criando o Interceptador de Log

Crie uma classe java MyLoggingInterceptor no pacote net.viralpatel.struts2.interceptors e copie o seguinte conteúdo dentro dela.
struts2-logging-interceptors

package net.viralpatel.struts2.interceptor;import com.opensymphony.xwork2.ActionInvocation;

import com.opensymphony.xwork2.interceptor.Interceptor;

public class MyLoggingInterceptor implements Interceptor{

    private static final long serialVersionUID = 1L;

    public String intercept(ActionInvocation invocation) throws Exception {

        String className = invocation.getAction().getClass().getName();

        long startTime = System.currentTimeMillis();

        System.out.println("Before calling action: " + className);

        String result = invocation.invoke();

        long endTime = System.currentTimeMillis();

        System.out.println("After calling action: " + className

                + " Time taken: " + (endTime - startTime) + " ms");

        return result;

    }

    public void destroy() {

        System.out.println("Destroying MyLoggingInterceptor...");

    }

    public void init() {

        System.out.println("Initializing MyLoggingInterceptor...");

    }

}

Configurando o interceptador no struts.xml

Uma vez que nós criamos uma classe interceptadora, tudo o que precisamos fazer é configurar ela no arquivo struts.xml e usa-la com as actions.

Para configurar o interceptador criado há pouco, adicione o seguinte código dentro do struts.xml

<interceptors>    <interceptor name="mylogging"

        class="net.viralpatel.struts2.interceptor.MyLoggingInterceptor">

    </interceptor>

    <interceptor-stack name="loggingStack">

        <interceptor-ref name="mylogging" />

        <interceptor-ref name="defaultStack" />

    </interceptor-stack>

</interceptors>

Esse código deve ser adicionado depois da tag <result-types >  no <package ></package>. Aqui nós configuramos um novo interceptador mylogging com a tag <interceptor >. Também veja que nós definimos um interceptor-stack com o nome de loggingStack. Isso é para ter certeza de que o Struts2 chamará todos os interceptadores padrões assim como chamará o nosso interceptador customizado. Isso é muito importante como por exemplo a lógica de validação não será chamada na nossa aplicação Struts2 se nós ignorarmos o stack padrão (defaultStack) dos interceptadores.

Nós podemos fazer o novo loggingStack como interceptador padrão ou podemos configurar ele em cada nível de action. A fim de faze-lo um stack padrão, nós devemos adicionar o seguinte no struts.xml

<default-interceptor-ref name="loggingStack"></default-interceptor-ref>

Uma vez que nós adicionamos o código acima no Struts.xml, o logginStack será aplicado à todas as action daquele pacote.

Também nós talvez quiséssemos aplicar o interceptador customizado para apenas determinadas actions. Para fazer isso, nós precisamos adicionar a tag interceptor-ref na action.

<action name="login"    class="net.viralpatel.struts2.LoginAction">

    <interceptor-ref name="loggingStack"></interceptor-ref>

    <result name="success" type="tiles">/welcome.tiles</result>

    <result name="error">Login.jsp</result>

</action>

Isso é tudo pessoal

Se nós executarmos nossa aplicação StrutsHelloWorld no ecplipse e olharmos os logs do console, nós vamos encontrar as declarações de log que nós imprimimos no nosso interceptador.

Initializing MyLoggingInterceptor.....

..

..

Before calling action: net.viralpatel.struts2.LoginAction

..

..

After calling action: net.viralpatel.struts2.LoginAction Time taken: 313 ms

..

..

..

Destroying MyLoggingInterceptor...

Download do código fonte

Clique aqui para fazer o download do código fonte sem os JARs (17KB)

Fonte: viralpatel.net – Viral Patel

Spring 3, configurando beans com Annotations

Hoje, é muito comum frameworks configuráveis através de annotations. O Spring também possui esse estilo de configuração que é bastante prático e traz produtividade ao desenvolvimento. Você poderá inclusive misturar configuração via XML e Annotations e utilizar qual for mais adequada para cada situação. Nesse tutorial mostraremos como a configuração pode ser feita através de annotations e ainda como pode ser feita a detecção automática dos beans através do classpath scanning.

Esse tutorial é continuação do Hello World com Spring 3 para um projeto WEB, se ainda não tem um projeto Spring configurado, é recomendável ler o outro tutorial antes de prosseguir com esse. Algumas anotações utilizadas nesse capítulo necessitam JEE 5 (como @PostConstruct).

1. Configurando os beans com annotations

Vamos começar configurando beans com Annotations, ao invés de usar a configuração de XML. Como é possível utilizar as duas configurações simultaneamente, a configuração feita através de Annotations é processada antes da configuração via XML. A configuração em XML pode então sobrescrever a configuração feita com Annotations.

Para habilitar a configuração dos beans via annotations, basta adicionar uma tag context:annotation-config no seu arquivo applicationContext.xml (Note a inclusão do namespace context)

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>
<beans xmlns=”
http://www.springframework.org/schema/beans”
       xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance”
       xmlns:context=”http://www.springframework.org/schema/context”
       xsi:schemaLocation=”http://www.springframework.org/schema/beans
http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd
http://www.springframework.org/schema/context
http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd>

       <context:annotation-config/>

</beans>

Com essa tag, será possível fazer a configuração dos beans por Annotations.

Vejamos as anotações (alguns dos exemplos mostrados foram retirados da documentação do Spring):

@Required

A anotação @Required é utilizada nos setters das propriedades do bean, veja o exemplo:

public class SimpleMovieLister {

private MovieFinder movieFinder;

    @Required
public void setMovieFinder(MovieFinder movieFinder) {
this.movieFinder = movieFinder;
}
// …
}

Essa anotação indica que essa propriedade deve ser populada na configuração. Caso não haja configuração para essa propriedade uma exceção será lançada pelo container.

@Autowired e @Inject

Como esperado, você pode utilizar a anotação @Autowired em métodos setter. Se estiver utilizando um JAR para o JSR-330 (Injeção de dependencia) poderá utilizar a anotação @Inject. O Spring detecta se o JAR está presente automaticamente. A anotação @Autowired faz a configuração da propriedade de forma automática, buscando na fábrica do Spring algum bean que possa satisfazer a dependencia e então realizando a configuração.

public class SimpleMovieLister {
private MovieFinder movieFinder;
@Autowired
public void setMovieFinder(MovieFinder movieFinder) {
this.movieFinder = movieFinder;
}
// …
}

Propriedade anotadas com @Autowired devem ser obrigatoriamente preenchidas. Você pode alterar esse comportamento através do atributo required, como @Autowired(required=false). A anotação @Inject não tem a mesma definição, sendo o preenchimento opicional.

Também é possível utilizar essa anotação em métodos com nomes aleatórios e com vários argumentos:

public class MovieRecommender {
private MovieCatalog movieCatalog;
private CustomerPreferenceDao customerPreferenceDao;

@Autowired
public void prepare(MovieCatalog movieCatalog, CustomerPreferenceDao customerPreferenceDao) {
this.movieCatalog = movieCatalog;
this.customerPreferenceDao = customerPreferenceDao;
}
// …
}

Você pode usar o @Autowired em construtores e campos:

public class MovieRecommender {
@Autowired
private MovieCatalog movieCatalog;
private CustomerPreferenceDao customerPreferenceDao;
@Autowired
public MovieRecommender(CustomerPreferenceDao customerPreferenceDao) {
this.customerPreferenceDao = customerPreferenceDao;
}
// …
}

@Value

A anotação @Value é utilizada quando temos propriedades que não são outros beans exemplo:

public class MovieCatalog {
@Value(“Comedy”)
String name;

}

@PostConstruct e @PreDestroy

As anotações @PostContruct e @PreDestroy servem para anotar métodos que devem ser chamados quando o container for iniciado e destruido respectivamente. É necessário ter um JAR do JSR-250 para ter disponíveis essas anotações. Se não tiver esse JAR disponível uma alternativa é utilizar os atributos init-method e destroy-method na definição do bean no XML do Spring. Ou o bean implementar as interfaces InitializingBean e DisposeableBean.

2. Contruindo uma aplicação utilizando Annotations

Utilizando uma aplicação que já esteja configurada com o Spring, vamos criar dois beans e utilizar a injeção de dependência através de annotations. Crie duas classes conforme o exemplo:

package org.javaframework.spring;

import javax.annotation.PostConstruct;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;

public class MostraInformacoesSistema {

    @Autowired
Sistema sistema;

    @PostConstruct
public void mostraInformacoes(){
System.out.println(“Sistema: “+sistema.getNome()+
“, versão: “+sistema.getVersao());
}
}

package org.javaframework.spring;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Value;

public class Sistema {

    @Value(“Spring com annotations”)
String nome;

@Value(“1.0”)
String versao;

    public String getNome() {
return nome;
}
public String getVersao() {
return versao;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public void setVersao(String telefone) {
this.versao = telefone;
}
}

A classe Sistema servirá para guardarmos algumas informações que serão mostradas pela classe MostraInformacoesSistema. Foi utilizada a anotação @Autowired no atributo sistema da classe MostraInformacoesSistema, isso indica para o Spring fazer a configuração dessa propriedade automaticamente. A anotação @PostConstruct fará com que o método mostraInformacoes seja chamado assim que o bean esteja completamente configurado.

Agora vamos configurar o XML do Spring para ler essas anotações e fazer a configuração, configure seu arquivo applicationContext.cml conforme o exemplo:

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>
<beans xmlns=”http://www.springframework.org/schema/beans”
xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance”
xmlns:context=”http://www.springframework.org/schema/context”
xsi:schemaLocation=”http://www.springframework.org/schema/beans 
http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/context
http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd”>

<context:annotation-config/>

<bean/>

<beanhttp://static.springsource.org/spring/docs/3.0.x/spring-framework-reference/html/beans.html#beans-annotation-config” target=”_blank”>3.9 Annotation-based container configuration.

Fizemos a configuração do bean por annotations, mas ainda precisamos declarar o bean no XML. Isso porque a tag context:annotation-config apenas lê as anotações e faz a configuração, mas não implica em detectar as classes automaticamente. Para isso precisamos de outra tag, que será mostrada a seguir.

3. Classpath scanning

Classpath scanning é um recurso do Spring que lê o classpath da aplicação e busca classes que possam ser configuradas, isso evita que você tenha que declarar essas classes no XML. Essas classes são passadas por um filtro e então uma definição de um bean é criada para elas. Geralemente esse filtro é alguma anotação que marca que determinada classe deve ser utilizada como um componente. Essas anotações são: @Component, @Service, @Controller e @Repository (que foi introduzida no Spring 2.0). Você pode também criar suas próprias anotações e filtros para declarar os componentes.

A anotação @Component é um tipo genérico para qualquer bean que deve ser gerenciado pelo Spring. @Repository, @Service e @Controller são especializações de @Component e servem para as camadas de persistencia, serviço e apresentação respectivamente. Você pode utilizar @Component para qualquer classe da sua aplicação, mas utilizar uma anotação mais específica ajuda caso deseje criar um filtro, utilizar ferramentas, ou orientação a aspectos. Funcionalmente todas as anotações servem para declarar beans, não existe diferença entre elas a não ser na questão de organização da apliacação e utilidades citadas anteriormente.

Para detectar as classes e gerar beans precisamos de uma outra tag no applicationContext.xml

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>
<beans xmlns=”http://www.springframework.org/schema/beans”
xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance”
xmlns:context=”http://www.springframework.org/schema/context”
xsi:schemaLocation=”http://www.springframework.org/schema/beans
http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd
http://www.springframework.org/schema/context
http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd”>

<context:component-scan base-package=”org.javaframework”/>

</beans>

Essa tag irá indicar ao Spring para procurar as classes e fazer a configuração dos beans. O atributo base-package indica em qual pacote as classes devem ser lidas, podem ser especificados quantos pacotes desejar, separados por vírgula.

Com essa tag, podemos alterar o applicationContext.xml da aplicação exemplo que criamos, retirando as declarações dos beans. O arquivo applicationContext.xml fica da seguinte forma:

<?xml version=”1.0″ encoding=”UTF-8″?>
<beans xmlns=”http://www.springframework.org/schema/beans”
xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance”
xmlns:context=”http://www.springframework.org/schema/context”
xsi:schemaLocation=”http://www.springframework.org/schema/beans 
http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/context 
http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd”
>

<context:annotation-config/>
<context:component-scan base-package=”org.javaframework”/>

</beans>

As classes devem ter alguma anotação que indique que são componentes, utilizamos a anotação @Service

package org.javaframework.spring;

import javax.annotation.PostConstruct;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;
import org.springframework.stereotype.Service;

@Service
public class
MostraInformacoesSistema {

    @Autowired
Sistema sistema;

    @PostConstruct
public void mostraInformacoes(){
System.out.println(“Sistema: “+sistema.getNome()
+”, versão: “+sistema.getVersao());
}
}

package org.javaframework.spring;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Value;
import org.springframework.stereotype.Service;

@Service
public class Sistema {

    @Value(“Spring com annotations”)
String nome;

@Value(“1.0”)
String versao;

    public String getNome() {
return nome;
}
public String getVersao() {
return versao;
}
public void setNome(String nome) {
this.nome = nome;
}
public void setVersao(String telefone) {
this.versao = telefone;
}
}

Agora, basta criar as classes e utilizar as anotações para fazer a configuração, contando que as classes estejam no pacote definido em base-package elas serão detectadas e configuradas automaticamente, sem a necessidade de intervenção no XML de configuração do Spring.

Mais informações sobre o classpath scanning podem ser obtidas na documentação do Spring, seção 3.10 Classpath Scanning and Managed Components.

Fonte: JavaFramework